domingo, 18 de janeiro de 2009

Concentração contra a repressão policial, por Kuku e outxs vítimas dos mercenários do Estado - Amadora 17 de Janeiro


























CONCENTRAÇÃO CONTRA A REPRESÃO POLICIAL, POR KUKU E OUTRXS VÍTIMAS DOS MERCENÁRIOS DO ESTADO.

Sábado, a concentração motivada pelo assassinato policial de Kuku na Amadora juntou cerca de 500 pessoas, em frente da esquadra de São Brás onde o assassino exercia o seu papel de mercenário. Por duas horas gritou-se palavras como “assassinos”, “racistas”, “escravos fardados, terroristas do Estado”, “mercenários” entre outras palavras de revolta. Acudiram à concentração familiares do jovem assassinado, habitantes do bairro que confirmavam que são frequentemente alvo da violência policial e outra gente solidária dos arredores da Amadora.
A concentração decorreu num ambiente de alguma tensão e muita raiva. Ao redor da esquadra foi montado um perímetro de segurança e os policias, equipados com coletes à prova de bala, não mostravam mais que desprezo e inclusive riam-se. Alguns jovens mais inconformados com o tom pacifico da manifestação atiraram pedras à esquadra no inicio e no final, tendo uma policia sido alcançada por uma pedra. Logo os policias retiraram-se para o interior da esquadra ficando apenas um policia visível.
Alguma da revolta também foi dirigida aos jornalistas, tendo sido também gritado “Diário de Notícias, Diário da policia”, referindo-se à campanha que os meios de informação burgueses têm feito contra todos os movimentos de protesto e contra as pessoas que habitam nos bairros sociais. Os meios de comunicação, aproveitando o assassinato de Kuku, têm tentado unir acções de movimentos distintos como o “Verde Eufemia” http://gopetition.com/online/21252.html e às manifestações contra toda a autoridade, que são constantemente alvo de desinformação, a traficantes de droga ligados a claques de futebol, acusando todos eles como “anarquistas violentos de estrema esquerda” tentando moldar a opinião publica.
No final da concentração, um grupo roubou alimentos e atacou à pedrada uma loja da cadeia de supermercados Minipreço, perto da esquadra, que tinha um agente da PSP de serviço à porta. Este grupo fugiu em menos de um minuto que foi o tempo de vários carros da policia chegar ao local, não tendo sido feita nenhuma detenção.
A policia Judiciária já confirmou que Kuku foi executado na cabeça a apenas dez centímetros, contrariando a versão inicial apresentada pela PSP. O assassino já não está de serviço mas ainda não foi dado qualquer esclarecimento aos familiares da vitima.Para mostrar o nervosismo policial que existe em Portugal pode-se ver o que se passou no dia anterior em Almada (http://redelibertaria.blogspot.com/2009/01/carregamento-policial-na-zona-pedonal.html).





CONCENTRACIÓN CONTRA LA REPRESIÓN POLICIAL, POR KUKU Y OTRAS VICTIMAS DE LOS MERCENARIOS DEL ESTADO.

El Sábado 17 de Enero, tuvo lugar una concentración motivada por el asesinato policial de Kuku en Amadora (Lisboa, Portugal) que junto a cerca de 500 personas en frente de la comisaria del barrio de São Brás, donde el asesino ejercia su papel de mercenario. Durante dos horas se gritarón frases como “asesinos”, “racistas”, “esclavos uniformados, terroristas de Estado”, “mercenarios” entre otras. A la concentración acudierón familiares del joven asesinado, habitantes del barrio, que confirmaban que son frecuentemente objetivo de la violencia policial, y otra gente solidaria de los alrededores de Amadora.
La concentración transcurrió en un ambiente de tensión y mucha rabia. Alrededor de la comisaria fue montado un perimetro de seguridad y los policias, equipados con chalecos antibalas, no mostraban más que desprecio e incluso se reían.
Algunos jóvenes, más en desacuerdo con el tono pacifico de la concentración, tirarón piedras a la comisaria al principio y al final, siendo un policia alcanzado con una piedra. Acto después, los policias se retirarón para el interior de la comisaria, quedando sólo un polica visible.
También hubo frases dirigidas a los periodistas, como “Diario de Noticias, Diario de la policia” (Diario de Noticias en un periodico portugués de tirada nacional), refiriendose a la campaña que los medios de información burgueses han hecho contra todos los movimientos de protesta y contra las personas que viven en los “barrios sociales”. Los medios de (des)comunicación, aprovechando el asesinato de Kuku, han intentado unir acciones de movimientos distintos como “Verde Eufemisa” (http://www.lahaine.org/index.php?p=32963 ) y manifestaciones contra toda autoriadad, que son constantemente objetivo de desinformación, a traficantes de droga relacionados con clubs de futbol, acusando a todos ellos como “anarquistas violentos de extrema izquierda”, intentando moldear a la opinión pública.
Al acabar la concentración, un grupo robó alimentos y apedreó una tienda de la cadena de supermercados Minipreço (Día), cerca de la comisaria, que tenia un agente de la PSP (Policia de Seguridad Publica, Policia Nacional) de servicio en la puerta. Este grupo huyó en menos de un minuto, que fue el tiempo en el que varios coches de policia llegarón al lugar, no consiguiendo detener a nadie.
Por outro lado, la Policia Judicial ha confirmado que Kuku fue ejecutado en la cabeza a apenas diez centimetros, al contrario de lo que la versión inicial de la policia decia. El asesino ya no esta de servicio pero todavia no fue dado ninguna aclaracion de los hechos a los familiares de la victima.Para muestra del nerviosismo policial que existe ahora mismo en Portugal sólo hay que ver lo que ocurrió en Almada (Setubal, Portugal) el día anterior (http://redelibertaria.blogspot.com/2009/01/carregamento-policial-na-zona-pedonal.html