quinta-feira, 23 de junho de 2011

24 Junho: Jantar final do Terra de Ninguém - Lisboa

Sexta-feira, dia 24 de Junho, às 20h:

Jantar final, para todos os que gostaram do terra.



espaço anarquista terra de ninguém
rua do salvador, 56, lisboa (à rua das escolas gerais)

terraninguem@yahoo.com

quarta-feira, 22 de junho de 2011

25 Junho: Apresentação de “A Viragem Pornográfica..." de Christian Ferrer - no Centro de Cultura Libertária (Almada)

Dia 25 de Junho - 16h30

Apresentação da compilação de textos de Christian Ferrer “A Viragem Pornográfica e outros textos sobre a sociedade pornográfica”, promovendo um debate sobre A Indústria e Mercantilização do Corpo – Consumismo e Escapismo.

Seguido de petiscos para angariação de fundos para as despesas correntes do CCL.

terça-feira, 7 de junho de 2011

PSP estreia blindado no Bairro 6 de Maio (Amadora)



«O veículo blindado que a PSP comprou por altura da Cimeira da NATO, em Novembro do ano passado, saiu pela primeira vez da Unidade Especial de Polícia (UEP), em Belas, anteontem à noite – para fazer face a eventuais confrontos na sequência dos desacatos no bairro 6 de Maio, na Amadora.»

fonte:  Correio da Manhã

terça-feira, 31 de maio de 2011

Concentração/Microfone Aberto contra a Violência Policial - 3 deJunho - 18h - Largo de S. Domingos - Lisboa


A exploração e a violência no trabalho, nas ruas e nas nossas vidas não nos deixam outra possibilidade que não a revolta. A polícia, enquanto linha de defesa de um sistema de miséria, não pára de disparar armas contra pessoas, fazer rusgas, repatriações e identificações aleatórias de forma cada vez mais leve e arbitrária. Embora tenha sido sempre esta a forma da acção policial ao longo da história, não podemos ignorar que atravessamos um momento em que a democracia mostra a sua cara de fascismo e que são cada vez mais as mobilizações e acções que são feitas fora do controlo partidário, sindical ou estatal. Nas manifestações, nas ocupações, nas vigílias, nas greves, nas ruas e nos bairros foi banalizada a violência para que não possamos respirar e para que o medo seja transformado em inactividade, em isolamento.

É importante quebrar o silêncio e apontar o dedo não só a quem nos quer agredir com balas e bastões mas também a quem lhes dá as ordens: os patrões, o Estado e o Capital.

No dia 3 de Junho vários colectivos e indivíduos convocam um microfone aberto contra a violência policial. Traz textos, canções, desabafos e pensamentos para gritar, falar ou cantar bem alto.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Conversa/Homenagem a Juvenal Fernandes - 4 de Junho - BOESG

Dia 4 de Junho, Sábado, às 17h
 
Vamos falar sobre Juvenal Fernandes
Uma conversa em tons de homenagem


O Juvenal foi um indivíduo rebelde e um grande lutador contra o despotismo dentro e fora das prisões, nos anos 70 e 80. Conhecido pelas suas posições e relembrado por distribuir literatura subversiva a todos os presos que a quisessem, esta pessoa acabou por morrer em consequência de uma greve de fome.

O objectivo desta conversa é dar a conhecer um pouco da história daqueles rebeldes que não tiveram voz, tentando também fazer um enquadramento do contexto social português naqueles anos.

Não queremos que o passado anarquista seja esquecido, sem que pelo menos tentemos construir partes de uma outra História - a História de um movimento de resistência.

Na BOESG (Biblioteca e Observatório dos Estragos da Sociedade Globalizada)
Rua das Janelas Verdes, nº 13- 1º esq. -Santos, Lisboa
 
(conversa seguida de Jantar e Ciclo de Cinema:   http://boesg.blogspot.com )

domingo, 29 de maio de 2011

Ciclo de Cinema José Maria Nunes - 3 a 5 Junho - Lisboa

3 Junho (sexta)
- Documentário "Nunes, Anarquia Visual" (2010) de Medi Terraza
Com presença do realizador 
- Sexperiencias (1969)
de  José Maria Nunes

na Da Barbuda - Largo da Severa, nº 8 (Martim Moniz, Lisboa)

4 Junho (sábado)
- Noche de vino tinto (1966) de José Maria Nunes
Com jantar às 19h30

na BOESG - Biblioteca dos Estragos - Rua das Janelas Verdes 13 - 1º esq. (Santos, Lisboa)

5 Junho (domingo)
- Documentário “La Edad del Sol” (2010) de Sílvia Subirós
- Res publica (2009) de José Maria Nunes

na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul - Av. D.Carlos I, 61 -1º (Santos, Lisboa)

Ciclo organizado por: BOESG

terça-feira, 24 de maio de 2011

Vídeos na Rua: «Quando os robotcops perseguem os maus da fita»


Sábado, 28 de Maio

20h: Jantarada

21h30: Projecção, na rua, de pequenos vídeos sobre a repressão policial em Portugal



No Terra de Ninguém
espaço anarquista
Rua do Salvador, nº58 Alfama Lisboa

Crónica da Feira do Livro Anarquista de Lisboa

De 20 a 22 de Maio aconteceu nas dependências da Barbuda a 4ª edição da Feira do Livro Anarquista de Lisboa. Para além da divulgação das idéias anarquistas a partir dos livros e das publicações ali presentes, cumpriu o objetivo de levar a debate idéias e análises sobre questões “que assaltam a vida em tempos de guerra social” tal como é referido no manifesto de apresentação da Feira.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

[Espanha] QUE SE VÃO EMBORA TODOS!

Somos muitos os que nestes dias confluímos nas ruas para protestar. Todos nos identificamos com a rejeição aos partidos políticos, com a rejeição aos sindicatos, aos empresários… Sobretudo demo-nos conta de que chegámos ao limite. Que estamos fartos de ser os párias deste mundo. Que não suportamos mais que uns poucos encham os bolsos e vivam como reis, enquanto aos outros apertem os cintos para além de todo o limite com o fim de manter a saúde da sacrossanta economia. Que sabemos que para mudar isto temos que lutar nós mesmos, à margem de partidos, sindicatos e demais representantes que querem fazê-lo por nós.

Acima de tudo, esta realidade está a exprimir uma questão fundamental que afeta o mundo inteiro: a contraposição de necessidades e interesses entre a economia e a humanidade. Isto foi entendido perfeitamente pelos nossos irmãos rebeldes no Norte da África, isto entendemo-lo hoje aqui agora que a situação já é insustentável para todos nós e saímos à rua para lutar. Aguentámos o insuportável, sofremos uma degradação das condições de vida como não acontecia há décadas. Mas finalmente dissemos basta, e aqui estamos, exprimindo a nossa rejeição a todo este sistema infernal que transforma a nossa vida em mercadoria.