sexta-feira, 29 de maio de 2009

AS RUAS SÃO DE TODA A GENTE!

A RUA, símbolo cultural central que é necessário defender, deve ser de
TOD@S NÓS.
As sucessivas lavagens cerebrais levadas a cabo pelos meios de propaganda,
que incutem medo e sentimento de insegurança, visam afastar-nos da RUA
e manter-nos enclausurad@s em casa, e, quanto mais fechadinh@s, mais mansinh@s.

É urgente reivindicar o nosso direito de usufruir da RUA como
quisermos e celebrá-la saindo à RUA todos os dias.
Quando se questiona e desafia a realidade que vivemos no presente
há sempre a dúvida congelante sobre se “vou jogar pelo seguro e ficar
em casa ou vou para a RUA”.

A RUA deve ser um espaço vivo de movimento humano, discussão, relações
sociais, liberdade e espontaneidade.
A privatização do espaço público alimenta a erosão das sociabilidades
dos bairros, das vizinhanças.
A comunidade desaparece… no espectáculo fechado (casa).


Percurso

Ponto de Encontro: Restauradores, no centro da praça

Frente à estação do Rossio: gaita(s) de foles
Rossio: gigantones e futebol
Grémio: Performance teatral
Elevador: “Homenagem ao consumismo”
Armazéns do Chiado: Poesia das Gavetas
Igreja da Rua Garrett: Pedro e Diana
Largo do Carmo: piquenique, danças e...

Sexta,29 de Maio, 22h - Livraria Gato Vadio - Porto


Vadias e vadios,

A nossa campanha sem fundos, nem eleitos, nem eleitores, continua. Às vezes faltam mais cinco, para nos esquecermos de que isto não passa de um equívoco final!

Programa (ver + info abaixo):


“Minha Pátria é o Mundo Inteiro”, biografia sobre Neno Vasco
Apresentação do livro a cargo de José Paiva (Terra Viva)

Sexta-feira, dia 29 de Maio, às 22h

Entrada Livre

Gato Vadio


A obra de pesquisa histórica, «Minha Pátria é o Mundo Inteiro» de Alexandre Samis (Letra Livre, 2009) sobre o militante anarquista Neno Vasco (1878-1920), intelectual que actuou nos meios operários em Portugal e no Brasil com particular importância na imprensa sindicalista da época, será apresentada na livraria Gato Vadio.


Neno Vasco ou Gregório Nazianzeno Moreira de Queirós e Vasconcelos (1878 - 1923) foi um poeta, advogado, jornalista e escritor, ardoroso militante anarcossindicalista nascido em Portugal. Emigrou para o Brasil onde estabeleceu uma série de projectos com os anarquistas daquele país. É de sua autoria a tradução para português do hino ”A Internacional”.

“Minha Pátria é o Mundo Inteiro. Neno Vasco, o Anarquismo e o Sindicalismo Revolucionário em Dois Mundos”, Alexandre Samis, Letra Livre, Lisboa, 2009 455pp



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Ciclo de documentários sobre a América Latina

Se se cala a América Latina, cala-se a vida!

Memoria del Saqueo, Fernando Solanas


Quinta-feira, 4 de Junho, 22h


Entrada Livre…


Autobiographie Mutuelles

alberto pimenta & césar figueiredo


domingo, 7 de Junho, 16h30


http://www.gatovadiolivraria.blogspot.com/

terça-feira, 26 de maio de 2009

Empresas de Trabalho Temporário: os novos mercadores de escravos


Trabalho precário: uma nova forma de escravatura


A Conferência anual deste ano da Confederação Internacional das Empresas de Trabalho Temporário vai ter lugar em Lisboa, no Parque das Nações, de 27 a 29 Maio. Ora, o trabalho temporário é um dos exemplos de precariedade laboral que está a aumentar desmedidamente. Em Portugal, os trabalhadores precários são já cerca de milhão e meio, dos quais, quase um terço é “contratado” através de empresas de trabalho temporário.

Se adicionarmos os desempregados, os sub-empregados (trabalho parcial), os que estão sujeitos a formas encapotadas de desemprego (“empregados” em acções de formação, com reformas antecipadas, vítimas de rescisões por “acordo mútuo”, etc) e ainda os chamados trabalhadores ilegais, a percentagem de trabalhadores precarizados em Portugal pode ser estimada entre 40 e 50% do total de trabalhadores, o que seguramente nos coloca nos dois ou três primeiros lugares da precariedade na União Europeia.

Os contratos temporários chegam a ser de apenas um mês ou de uma semana, porém, devido ao desemprego e para sobreviver, são muitas as pessoas que se submetem a estas condições, enfrentando um clima de grande instabilidade. Com este tipo de contratação as empresas têm maior facilidade em despedir os trabalhadores, nunca os efectivando e, desta forma, aumentando exponencialmente os seus lucros. Para além de viverem numa incerteza, os trabalhadores são ainda obrigados a aceitar baixos salários pois, na maior parte das vezes, os empregos temporários são conseguidos através de empresas que se dedicam exclusivamente à angariação de pessoal para cederem a outras entidades, apropriando-se de grande parte do ordenado. Só na região de Lisboa e Vale do Tejo, são já cerca de duzentas as empresas de trabalho temporário (tais como a Manpower, a Adecco, a Geserfor, a Select, a Multipessoal, etc.) que se dedicam a comercializar trabalhadores para outras empresas.

As entidades patronais e o Estado, que não é mais do que o defensor das hostes capitalistas, defendem o trabalho temporário e também uma maior flexibilização das leis laborais para, dizem eles, aumentar a “competitividade da economia portuguesa” e diminuir o desemprego. Isto só prova que o papel do Estado é o de beneficiar uma minoria de privilegiados, nem que para isso tenha de escravizar a classe trabalhadora.

Apelamos aos trabalhadores e trabalhadoras a que lutem contra o flagelo e a escravidão agravada que representam o trabalho temporário e a precariedade em geral, sem perder de vista a necessidade de unir as suas forças numa verdadeira luta contra o duplo jugo do Capital e do Estado. Comecemos a organizar-nos para a construção de uma nova sociedade, sem desigualdades sociais, porque a emancipação dos trabalhadores só poderá ser obra dos próprios trabalhadores.


Contra o Estado e o Capital, Revolução Social!
Nem Estado nem patrão! Autogestão!

retirado de:
Associação Internacional d@s Trabalhador@s - Secção Portuguesa
13/Maio/2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Revista Apoio Mútuo nº 1


Apoio Mútuo nº 1 - Maio de 2009
Revista teórica e cultural da AIT-SP
(http://ait-sp.blogspot.com/)

Download em PDF:
http://www.freewebs.com/aitbas/ApoioMutuo/ApoioMutuo_1.pdf


Porquê o Apoio Mútuo?

Estamos convictos de que o anarco-sindicalismo é, por um lado, a resposta adequada, por parte dos trabalhadores, à exploração e opressão a que o capitalismo e o Estado sujeitam o conjunto da sociedade, e de que é, por outro lado,simultaneamente um meio de luta e uma forma de organização que, prefigurando já no presente a sociedade futura a que aspiramos, abre o caminho à construção de um meio social no qual os indivíduos e as suas associações possam livremente cooperar, na base do apoio mútuo e da solidariedade, no sentido, não só da satisfação das suas necessidades físicas,
psíquicas e intelectuais quotidianas, mas também do pleno desenvolvimento de todas as suas capacidades e aptidões.

Dito isto, sabemos bem que há diferentes correntes libertárias de opinião, divergentes quanto à forma e aos meios a utilizar no combate que todos travamos para conseguir atingir o objectivo que todos pretendemos alcançar. Há as correntes que
consideram o sindicalismo, sob qualquer forma que seja, como inadequado a uma luta anti-capitalista consequente; há a corrente individualista que não aceita o comunismo libertário como forma de organização social futura; há a anarco-feminista que defende a existência de organizações especificamente femininas; e outras ainda.

Pensamos que é sempre extremamente útil aprofundar, por todas as formas ao nosso alcance, o debate de ideias em torno destas, e doutras, correntes de opinião.
A par deste debate de ideias, também achamos importante a análise de outras questões que possam, directa ou indirectamente, interessar à luta dos oprimidos e deserdados pela sua libertação de toda a espécie de tiranias, tais como: capitalismo e globalização; guerras, fome e miséria; partidos, sindicatos burocrático-reformistas e mass media; concertação social; guerra social; greve geral activa e autogestão; e tantas outras.

Por isso, decidimos iniciar a publicação desta revista com o objectivo de contribuir para um maior esclarecimento das ideias de todos, e de cada um, de nós.

http://www.ait-sp.blogspot.com/

30 de Maio - em Almada: ANARCO-SINDICALISMO EM DEBATE com a presença de companheiros da CNT-AIT


ANARCO-SINDICALISMO EM DEBATE
Com a presença de companheiros da CNT-AIT de Jaén (Andaluzia)

30 de Maio – 16h – Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. - Cacilhas - Almada

organizado por:
Associação Internacional d@s Trabalhador@s - Secção Portuguesa
http://ait-sp.blogspot.com/


Partilha de experiências de membros da secção sindical da CNT (secção da AIT em Espanha) na fábrica de computadores Séneca de Jaén, cujos trabalhadores permanecem em greve há quase três meses em reivindicação de pagamentos em atraso e outros direitos.

Filme "As Colheitas da Revolta" - 30 de Maio - 21h - na Padaria do Povo (Lisboa)



AS COLHEITAS DA REVOLTA
(utopia e posse da terra)


Um filme de
Richard Hamon e Alexandre Stella


Sábado dia 30 de Maio às 21 horas

na Cooperativa « A Padaria do Povo»
Rua Luís Derouet, 20 a Campo de Ourique
(entrada livre)

http://tertulialiberdade.blogspot.com/


No próximo Sábado dia 30 de Maio pelas 21horas, a Tertúlia Liberdade, fará a exibição na Cooperativa «A Padaria do Povo» em Lisboa ( a Campo de Ourique) do filme "As Colheitas da Revolta." Este documentário, inédito em Portugal, relata a luta dos camponeses andaluzes desde os anos 30 do século passado até à actualidade e o episódio trágico de Casas Viejas.

Hoje o sindicato autónomo dos camponeses, o SOC, com mais de 20.000 membros e uma estrutura leve e assemblária, onde as marcas libertárias são nítidas, promove uma luta directa pelos direitos dos seus membros.

Com as vitórias alcançadas, a cada ocupação de terra, não são apenas as condições de vida que estes autênticos «servos da terra» melhoram. Nas cooperativas agrícolas e de habitação que vão criando ensaiam também uma nova organização social.

PARTICIPA E DIVULGA!

Federação de Estudantes Libertárixs

Panfleto de apresentação em PDF:
http://www.fel-web.org/portugal/panfleto-presenta%C3%A7%C3%A3o.pdf

Site:

http://www.fel-web.org/

A FEL é composta por pessoas que estão organizadas em grupos duma forma livre e estes têm um funcionamento autónomo. Nestes grupos, as decisões são tomadas na assembleia, que é o mais alto órgão decisório de cada grupo. Tanto nos diferentes grupos como a nível federal, as decisões são tomadas por consenso. Deste modo, asseguramos que todas as opiniões e posições são apreciadas e valorizadas de igual modo, e afastamo-nos da politiquice e das lutas internas grupusculares. Temos também de garantir que as decisões de um grupo, ou da federação, são apoiadas por todxs xs envolvidxs.

Os indivíduos que compõem os diferentes grupos que integram a FEL são partidários das ideias anarquistas e comprometem-se a divulgá-las. Além disso, marcam o seu posicionamento contra qualquer opressão de tipo político, económico, cultural, sexual, racial ou militar, ou seja, são totalmente contra o autoritarismo exercido por uma pessoa contra outra, independentemente da área onde ele se manifesta.

Como organização completamente independente, que é a FEL, não aceitamos nenhuma subvenção, venha ela de onde vier. Praticamos a auto-gestão, isto é, os meios materiais e financeiros de que dispomos provêm de contribuições dadas pelos indivíduos que integram cada grupo e/ou de actividades organizadas para os obter, tais como concertos, refeições, distribuição de materiais, etc.

A FEL fixou algumas metas para avançar, passo a passo, na conquista de uma sociedade autogestionária, com base no apoio mútuo, sem necessidade de Estados:

• Incentivar entre xs alunxs a auto-organização autónoma e horizontal.

• Criar espaços de debate e reflexão, tanto nas escolas como fora delas.

• Partindo de uma crítica radical do actual sistema de educação e suas futuras reformas, que condenam o indivíduo à satisfação das necessidades dos sistemas opressores, propomos como alternativa um modelo de aprendizagem anti-autoritário que facilite a construção de um conhecimento integral. Entendemos que este tipo de aprendizagem é uma ferramenta revolucionária não doutrinária, que nos fará avançar no caminho da liberdade.

• Incentivar a abstenção activa na eleição dos órgãos de “governo” das universidades, já que consideramos necessários outros meios de participação reais, horizontais e directos, pois pensamos que as eleições são uma falsa ferramenta de participação, que tem exclusivamente como fim a legitimação do sistema.

• A FEL declara-se anti-praxe. Pensamos que a hierarquia e o controle nunca podem ser o caminho para a formação de pessoas livres e conscientes. Que o único caminho para a liberdade é a prática sem limites desta e nunca a humilhação e o dirigismo. É por isso que temos a intenção de trabalhar contra a praxe até ao seu desaparecimento natural, pois não há nada que a justifique.

• Estabelecer laços entre estudantes libertários para a troca de informações, ideias e experiências, e para nos apoiarmos mutuamente.

• A FEL é contra todo o dogmatismo ideológico, aberta ao debate interno e a novas propostas, já que considera necessária a crítica construtiva para evoluir. Somos conscientes de que não existe uma poção mágica, e que só a prática da liberdade nos fará livres.

domingo, 17 de maio de 2009

Feira do Livro Anarquista - 22, 23 e 24 de Maio - Lisboa



o que queremos da feira


Queremos ir para além da informação e da opinião.Partindo de diferentes projectos, pretendemos criar um espaço de discussão, reflexão, encontro e confronto de ideias anarquistas, onde cada um destes projectos se possa desenvolver.

Numa tentativa de encontrar e conhecer outros indivíduos e descobrir potenciais cúmplices no que cada um de nós deseja, continuamos (e continuaremos) a dar importância à palavra escrita enquanto ferramenta de comunicação e ataque.

Convidamos quem desejar contribuir neste sentido a participar.

22, 23 e 24 de maio de 09
rua luz soriano 67
bairro alto
lisboa


Para mais informação:
feiradolivroanarquista.blogspot.com

feiradolivroanarquista@gmail.com

sábado, 16 de maio de 2009

Morreu companheiro Edgar Rodrigues

Nota de falecimento de Edgar Rodrigues (CCS)

Informamos com profunda tristeza o falecimento do escritor anarquista,
militante e associado do Centro de Cultura Social, Edgar Rodrigues.

Sua morte se deu por volta das 20h de ontem, 14/05, devido a uma parada
cárdio-respiratória. O corpo será cremado entre sábado e domingo sem
cerimônia, como era a vontade de Edgar.

Autor de dezenas de obras e centenas de artigos sobre a história e as idéias
anarquistas no Brasil e em Portugal, Edgar foi o maior e o mais importante
difusor da cultura libertária desde o final dos anos 1960 quando publicou, sob
a ditadura militar, a trilogia tornada clássica e indispensável em nossos
dias: “Socialismo e Sindicalismo no Brasil, 1675/1913”, “Nacionalismo e
Cultura Social, 1913-1922” e “Novos Rumos, 1922-1945”.

Edgar foi também fundador e um dos principais fomentadores do arquivo
atualmente em posse do Círculo Alfa de Estudos Históricos (Grupo Projeção),
para o qual, não obstante sua obscura expulsão, destinou partes substanciais
de seu precioso acervo pessoal reunido ao longo de uma vida e com duros
esforços.

A jovem geração anarquista que surge em meados dos anos 1980 juntamente com a
reabertura do Centro de Cultura Social de São Paulo, certamente não saberia
passar sem Edgar Rodrigues. Esta geração lhe é grata pela generosidade com a
qual ele sempre soube lidar com o patrimônio cultural do anarquismo e por seu
trabalho incansável de resgate da história e da memória anarquista.

Edgar que se foi aos 88 anos estará sempre presente para nós por meio de suas
obras, por sua tenra lembrança e por uma vida dedicada ao anarquismo.

Saúde e Anarquia!

Centro de Cultura Social

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Revista Anarquista Húmus nº 5



publicação do Centro de Cultura Libertária -
culturalibertaria.blogspot.com

Editorial

Este Húmus acusa o tempo que passou desde o último número. Tem mais páginas e mais textos, alguns dos quais hão-de parecer ao leitor algo desactualizados, mas, devido ao seu interesse, não deixámos de os incluir nesta edição. Outros reflectem o passado imediato.


Desde o último Húmus, a COSA celebrou novo aniversário (e desejamos-lhe que continue por muitos e bons anos), vimos surgir uma Plataforma Abstencionista, em luta contra um sistema político hipócrita e desprovido de conteúdo, que se tenta renovar através do circo das eleições (e serão três este ano!).

O novo ano assistiu à criação de novos colectivos anarquistas. Vimos surgir a Alternativa Libertária, em Lisboa e no Porto, o Colectivo Anarquista Hipátia do Porto, assim como o Núcleo de Estudantes Anarquistas na Amadora.

A polícia teve novas oportunidades para demonstrar que não é “justa e leal” e não falhou em dar-lhes uso. Assim, um rapaz da Amadora foi assassinado com um tiro à queima-roupa, no fundo, por não viver no bairro certo e pertencer à classe social errada. Mas as pessoas do bairro reagiram – e de que forma! O crime, segunda face da exclusão e a degradação humana que o acompanha surgiram em força, tendo como resposta por parte de uma classe política necessariamente impotente ante a catástrofe social que lavra debaixo dos seus pés operações mediáticas de Estado policial, com bairros chamados “de risco” fechados pela polícia, sobrevoados por helicóptero para as objectivas filmarem, os seus habitantes molestados e as portas das suas casas arrombadas com violência Seguiu-se uma barreira de mentiras mediáticas obra de um jornalismo ignorante e de manifesta má-fé, para a qual até o anarquismo se viu arrastado.

Na mesma onda de repressão policial, vimos companheiros e amigos nossos a serem agredidos com bastante violência durante uma concentração pacífica em Almada, que pretendia apenas que se respeitasse uma zona pedonal onde já assistimos, inclusive, a atropelamentos.

A repressão principia nas licenças tornadas pretensamente necessárias para qualquer um se manifestar na rua, nas bastonadas aplicadas nas cabeças de quem, ousadia extrema, ainda se atreve a protestar e culmina nas execuções sumárias às mãos da polícia. Não é por acaso que Kuku morre um mês depois de Alexis, não é por acaso que a polícia se finge alarmar com o aumento de actividades dos “extremistas”, num país onde, todos sabemos, pouca contestação radical existe. Não é por acaso que vivemos há muito tempo sob permanente paranóia securitária, bombardeados constantemente com notícias sobre “criminalidade violenta”, e com “opiniões” vomitadas em catadupa por “fazedores de opinião” que pedem mais polícia, mais violenta, melhor armada e mais impune. Os ricos e poderosos assustam-se, e tentam colocar do seu lado a grande maioria da população. Contra os marginais e marginalizados, contra os que se atrevem a violar o sacrossanto princípio da propriedade privada e a afrontar o seu garante, o Estado.

A realidade actual e as suas falsas alternativas não nos agradam. Queremos o fim de tudo isto. A solução não está em reformar ou “moralizar” o capitalismo, mas sim em destruí-lo. Nada há que esperar do Estado, braço armado dos poderosos. Não queremos atenuar a nossa exploração ou tornar mais suportável a opressão... Das chamas da Grécia vieram palavras de alento e inspiração... Nós somos uma imagem do futuro.... A luta que faz falta é contra toda a exploração e contra toda a opressão, contra qualquer governo ou autoridade, a luta que faz falta é anarquista.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

O seguinte texto foi distribuido na Bela Vista, Setúbal: A REVOLTA PERTENCE ÀS RUAS.


A REVOLTA PERTENCE ÀS RUAS.


A recente morte de um jovem da Bela Vista não pode nunca ser vista enquanto um caso isolado.

Tanto os média como os partidários do poder (presidentes de câmara, chefes da policia) é disso que nos querem fazer crer, ou seja, de que a tensão social sentida nas ruas de Setúbal tem a ver unicamente com a morte de um jovem. Como se não morresem da mesma maneira ou de maneiras semelhantes tantos outros por esse Portugal fora. Sempre às mãos da policia, sempre num contexto de crescente militarização das nossas ruas e dos nossos bairros. Os casos têm-se sucedido uns atrás dos outros sem que ninguém retire a unica conclusão possível: a policia mata sempre que quer e onde quer recebendo unicamente em troca o olhar incrédulo de uns e a cumplicidade de outros.

Os assassinatos policiais em bairros sociais têm-se repetido nos ultimos tempos sempre da mesma maneira. Kuku na Amadora em Janeiro passado, Tony em 2002 na Bela Vista e muitos outros são exemplos daquele que é um dos principais papéis da policia.
Mas a policia não practica apenas assassinatos e violência. Apostam também em policiamento de proximidade para tornar o Bófia num amigo, apostam na presença constante e em traje de guerra nas ruas e enfiam-nos câmaras de vigilância para nos controlar.
O estado policial é uma realidade desde que existe policia; a unica diferença é que esta situação oscila hoje entre medidas de controlo tecnológicamente avançadas e força bruta. Não é característica de um governo fascista ou democrático, mas sim parte de qualquer estado e qualquer sociedade baseada na dominação.
Consideramos a policia mais uma ferramenta do Estado e do Capitalismo que para além de nos explorarem a todos ainda nos quer calados e quietos enquanto o seu projecto de controlo vai avante.

Das prisões às eleições, dos assassinatos à vigilância tudo faz parte do domínio que querem exercer sobre nós.


QUANDO A TENSÃO AUMENTA ELES SÃO OS PRIMEIROS A TEMER A NOSSA RAIVA.

[Grécia] Bomba explode em agência



Uma bomba explodiu hoje (12) causando sérios estragos materiais numa agência do Eurobank no bairro de Argirúpolis, no sudeste de Atenas. O ataque, que não causou vítimas, ocorreu às quatro horas da madrugada quando uma pasta explodiu com cerca de 20 kg de dinamite à entrada da agência bancária, situada na Avenida Vuliagmenis.

"Foi uma explosão tremenda", contou o prefeito de Argirúpolis, Dimitris Efsthasiadis, que explicou ainda que a fachada do banco ficou destruída, assim como os vidros dos veículos e edifícios nos arredores da agência.

Os autores do ataque comunicaram a ação meia hora antes da explosão com uma chamada telefônica anônima ao jornal ateniense "Eleftherotipia". A chamada anônima advertiu um jornal grego que uma bomba iria explodir em 30 minutos.

A polícia disse que uma patrulha tinha detectado dois homens com capacetes nas primeiras horas da terça-feira fora do banco, mas que eles escaparam quando foram abordados pelos policiais.

"Quando os agentes da polícia aproximaram-se, um dos homens com uma arma ameaçou-os e logo pulou numa motocicleta junto com o seu companheiro", disse a polícia num comunicado.

A autoria do ataque não foi reivindicada por nenhum grupo. Os atentados, particularmente os com bombas de gás visando bancos e escritórios governamentais, são freqüentes na Grécia e geralmente são atribuídos pela polícia ao movimento anarquista.

agência de notícias anarquistas-ana

Estrada vicinal -
Vendedor de tangerinas
a cada quilômetro.


Teruko Oda

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Dia 16 de Maio no Centro de Cultura Libertária, 16h - Debate sobre Cooperativismo - Cacilhas, Almada


Dia 16 de Maio
no Centro de Cultura Libertária

16h - Debate sobre Cooperativismo


Nos tempos que correm, e em que somos bombardeados com a "crise", que mais não é do que uma crise do sistema económico em que nos forçam a viver no pauperismo, é necessário encontrar novos moldes de organização social e económica.
Novos moldes económicos, ou mesmo até experiências postas em prática noutros tempos, podem ser benéficas para fazer face à actual situação em que vivemos.

Pretende-se com este debate fazer uma análise da construção de pequenas experiências cooperativas, isto para prover pessoas necessitadas de bens de consumo que são comprados a custos elevados no actual quadro de organização comercial.

Um outro aspecto fundamental onde este debate incidirá, será a alternativa cooperativa ao desemprego que atinge várias camadas populacionais.
Pretende-se com este debate dar o exemplo de apoio–mútuo, conseguido tanto pela organização das pessoas para conseguirem uma ocupação de tipo profissional que ajude na sustentabilidade económica, como nos apoios às populações carenciadas de produtos a baixo custo.

Este modelo necessitará da cooperação económica dos envolvidos, através de quotas dos cooperantes que organizam a cooperativa (pequenas lojas de consumo), bem como dos que a ela recorrerem.

Estas serão as bases essenciais de um modelo de organização de auxílio mútuo necessária nos dias que correm.


Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º dto. - Cacilhas – Almada

terça-feira, 12 de maio de 2009

[CasaViva] Publicação Pica Miolos #7 on line


picamiolos-casaviva.blogspot.com


Bela Vista [Setúbal]

Bela Vista [Setúbal]

Pelo menos uma motorizada, um automóvel e um contentor do lixo foram incendiados hoje, cerca das 00h40, na Rua do Forte da Bela Vista, disse à Agência Lusa fonte dos Bombeiros Sapadores de Setúbal. A noite foi de tensão, de novo, no bairro de Setúbal, depois dos confrontos de ontem e de, durante a tarde, em plena luz do dia, terem sido disparados três tiros contra a esquadra local da PSP.

(excerto de notícia retirado do Público de 9 de Maio)


segunda-feira, 11 de maio de 2009

Uma crónica do Primeiro de Maio Anticapitalista e Anti-autoritário – Lisboa – 2009


Vídeo disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=Y6_wbgUcKcA
Mais fotos em: http://1maioantiautoritarioeanticapitalista.blogspot.com/

A partir das 16 horas, várias dezenas de pessoas foram comparecendo
no Jardim do Príncipe Real. No local era visível a presença
ostensiva de polícias à civil, para além do constante assédio de
jornalistas a fotografarem e filmarem, procurando, inutilmente,
organizadores e representantes. As pessoas foram chegando e, face
ao descrito, umas tapavam a cara, outras não, enquanto vários
panfletos iam circulando e a conversa se punha em dia, tentando
evitar os ouvidos teleguiados da democrática bufaria.



Pouco antes das 17 horas, havendo já umas cem pessoas no local,
foram abertas várias faixas: “Contra a exploração, acção directa!”,
“Os bancos roubam-nos a vida. Iremos ao seu assalto!”,
“Capitalismo: nem a sua crise nem a sua prosperidade!”, “Consumo,
logo existo. Penso, logo esbanjo”.

A manifestação partiu então, cortando o trânsito num sentido e
dificultando-o no outro, pela rua D. Pedro V, descendo as ruas de
S. Pedro de Alcântara e da Misericórdia. Gritaram-se, em crescendo,
frases contra o capitalismo, o Estado, os media e a polícia:
“União, acção, insurreição, contra toda a opressão!”, “Nem Estado,
nem patrão. Autogestão!”, “A, Anti, Anti-Capitalista!”, “Diário de
Notícias: Diário de Polícias”, “Alerta! Alerta! Surto de gripe
policial”, “A liberdade está nos nossos corações! Nem prisões, nem
bófia, nem pátrias nem patrões”, “Os bancos estão-nos a queimar.
Queimemos os bancos”, entre outras.

Entretanto, mais algumas dezenas de pessoas se foram juntando à
manifestação. Já na rua Garrett continuou-se a gritar bem alto: “A
vossa repressão só nos dá mais paixão!”.

Até ao Chiado a única presença aberta da polícia, para além dos
inúmeros agentes à paisana, foi a de um carro patrulha que seguiu a
manifestação. A partir do Chiado, um grupo de polícias a pé e em
motorizadas esforçou-se por controlar o percurso. Mas em todo o
momento a manifestação seguiu o percurso pretendido pelos
manifestantes.
Na Rua do Carmo, local do violento ataque da PSP contra a
manifestação antiautoritária contra o fascismo e o capitalismo de
25 de Abril de 2007, as gargantas esmeraram-se: “Aqui estamos outra
vez, sem medo, sem lei”; “Um povo organizado vive sem Estado”.
Algumas lojas fecharam as portas e colocaram seguranças à porta...

Continuou-se até ao Rossio, onde a manifestação contornou a festa
da União de Sindicatos Independentes, contrastando as nossas
palavras de ordem com a actuação de um rancho folclórico em pleno
palco, por certo lembrança de velhos tempos em que se comemorava a
“alegria no trabalho”...

A manifestação terminou na Praça da Figueira, após o que os
manifestantes foram dispersando.

Para nós, o balanço da manifestação é globalmente positivo. Mais de
cem pessoas apareceram e assinalaram um Primeiro de Maio combativo,
anti-autoritário e anticapitalista, independente das restantes
iniciativas que tiveram lugar na mesma tarde. Isto, apesar das
tentativas levadas a cabo pela polícia para, através de uma
campanha de intimidação e desinformação por meio de artigos
publicados na imprensa, isolar e assustar as pessoas que se
identificassem com a convocatória e pudessem aparecer. Não deixa de
ser positivo haver mais de cem pessoas que não se deixaram
intimidar.
A vossa repressão só nos dá mais paixão!

anónim@s

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Carrinhas da PSP atingidas por “cocktails molotov” no Bairro da Bela Vista

Desacatos após funeral de jovem morto a tiro.
Notícia retirada da imprensa do capital:
Um grupo de pessoas lançou dois "cocktails molotov" contra carrinhas do Corpo de Intervenção da PSP que se encontra de prevenção no Bairro da Bela Vista, em Setúbal. O incidente ocorreu pouco depois das 23h00 de ontem, tendo sido apreendidos mais quatro engenhos do mesmo tipo, noticiou a agência Lusa.



Um grupo de pessoas lançou dois "cocktails molotov" contra carrinhas do Corpo de Intervenção da PSP que se encontra de prevenção no Bairro da Bela Vista, em Setúbal. O incidente ocorreu pouco depois das 23h00 de ontem, tendo sido apreendidos mais quatro engenhos do mesmo tipo, noticiou a agência Lusa.

Dezenas de pessoas concentraram-se ontem no Bairro da Bela Vista. Durante a tarde, apedrejaram a esquadra e a PSP acabou por disparar quatro tiros para o ar. Os desacatos aconteceram pouco depois do funeral de um jovem morto a tiro pela GNR.

O jovem de 20 anos,natural da Bela Vista, foi atingido, na semana passada, com um tiro na nuca durante uma perseguição policial depois de ter participado no assalto à caixa multibanco do Hospital Particular do Algarve. À tarde, dezenas de pessoas que compareceram no funeral “concentraram-se junto à esquadra da PSP e começaram a insultar os agentes policiais”, explicaram os moradores que testemunharam o incidente.

A PSP acabou por disparar quatro balas de borracha para o ar “com o intuito de fazer dispersar a multidão”, contou ao PÚBLICO um agente.

A Direcção Nacional da PSP admitiu que, de facto, disparou quatro tiros para “repor a ordem e acalmar os ânimos.

Três equipas do corpo de intervenção da PSP e mais quatro de intervenção rápida foram chamadas. E foi estabelecido um perímetro de segurança. Ao princípio da madrugada, a PSP mantinha no local um dispositivo policial reforçado junto à esquadra da Bela Vista.O lançamento dos dois "cocktails molotov" contra carrinhas da polícia não provocou danos.

Um incidente semelhante aconteceu há sete anos quando um jovem daquele bairro foi morto pela PSP. Um agente que na altura esteve no local explica que, à semelhança do que hoje aconteceu, “a esquadra foi apedrejada e os agentes insultados” tendo vivido alguns momentos “de pânico”.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Acções directas num Primeiro de Maio fora das tradicionais marchas de trabalhadores.

Nesta última sexta-feira (Primeiro de Maio), grupos anarquistas vestidos de “ninjas” atacaram simultaneamente diversos alvos capitalistas em duas cidades dos Estados Unidos.
Ninguém foi preso.

Eis o que disse a grande imprensa estadunidense:
"Dúzias de vândalos atacaram a praça Union Square na última sexta-feira (1) à noite, despedaçando diversas janelas nalgumas das mais amáveis lojas da cidade. A Rua Grant foi golpeada fortemente, com sete lojas sendo danificadas. Algumas outras lojas nas ruas adjacentes também foram atacadas, incluindo a loja de departamento Macy. De acordo com a polícia e testemunhas, um grupo de aproximadamente 50 manifestantes, acredita-se serem anarquistas, arremessaram ao redor do lugar do ataque notas falsas de 100 dólares, atiraram bombas de tinta, e quebraram muitas janelas. Eles estavam execrando o capitalismo. A polícia e as testemunhas disseram que todos eles estavam vestidos de preto, escondendo seus rostos com bandanas pretas e muitos deles estavam vestindo perucas.

Algumas das lojas que foram vandalizadas: Debeers, Longchamp, Prada, Armani, Tumi, Guess e Montblanc. Os gerentes das lojas disseram que com a economia do jeito que está indo, esta é a última coisa que precisavam estar lidando. Até agora, não houve nenhum preso.
A polícia planeja fornecer segurança noturna enquanto estas lojas trabalham para arrumar as coisas."
"Grupo vestido com roupas estilo ninja vandaliza a área comercial leste Um grupo de 20 a 30 pessoas, vestidas com trajes e máscaras estilo ninjas pretos, vandalizou a área comercial na sexta-feira (1) à noite, causando milhares de dólares em danos ao quebrar janelas, disse a polícia no sábado. “Eles estavam gritando “Cavaleiros Pretos”, disse o tenente da polícia de Milwaukee, Milan Stojkovic. Aparentemente este é o nome no qual o grupo se autodenomina, e talvez eles estejam envolvidos em mais dois ou três outros atos de vandalismo que ocorreram nos últimos anos, disse o tenente da Polícia, Michael Robertson. As janelas foram quebradas no US Bank, Whole Foods, Qdoba e Bruegger's, aproximadamente às 11 da noite da sexta-feira.
A polícia está investigando para ver se o vandalismo está relacionado com uma manifestação, no entardecer da sexta-feira, realizada por um grupo auto-intitulado “anarquista” na região de Riverwest, disse a porta-voz da polícia, Anne Schwartz. Nenhuma detenção foi feita. Alguns actos foram gravados nas câmaras de segurança das empresas.

Lisboa- Vingança pela noite fora

Durante a noite de ontem, pelas ruas de lisboa, um grupo de anarquistas continuou os protestos - não apenas do 1º de Maio, mas de luta constante - contra o capitalismo. O resultado foi: quatro bancos atacados com bolas de tinta, cinco caixas multibanco inutilizadas, um ecoponto incendiado e fizeram-se diversas pintadas.


Galiza- uma participação diferente na marcha

Este 1 de maio, a xente do GAS, Caleidoskopio, CS A Formiga e Servizo de Información Social de Coia, xunto con algunhas compas da Comisión de Denuncia de Galiza decidimos participar na mani da CXT e CUT levando unha faixa co lema “Encadeadas ao traballo, Contra a explotación laboral nas prisións” a idea era entre outras visibilizar a explotación laboral que se produce tamén nas cadeas, ademais de denunciar a súa propia existencia, reclamar dereitos para as reclusas etc.
Ademais algunhas iamos con monos brancos con raias e encadeadas a unha bola de “precariedade”, “represión” e “exclusión”.


Grécia- Primeiro de Maio, centenas de anarquistas nas ruas de Atenas

Em passeata, aproximadamente 1000 manifestantes participaram hoje (1) do protesto anarquista de Primeiro de Maio nas ruas de Atenas. A pequena multidão circulou por várias ruas da capital helênica. Agências bancárias, lojas de luxo, caixas automáticos e câmeras de vigilância foram danificadas. Alguns carros queimados. Durante todo o ato os manifestantes foram acompanhados de perto por várias centenas de agentes da polícia anti-motim equipados com capacetes e uniformes de proteção. Próximo do Politécnico de Atenas o protesto terminou numa batalha campal envolvendo centenas de anarquistas e a polícia grega, que lançou contra os manifestantes granadas de gás lacrimogêneo, que revidaram com cocktails molotov, pedras e paus. Pelo menos uma viatura policial foi incendiada. Ninguém foi preso

Jantar benefit Feira do livro anarquista



Dia 9 de maio, próximo sábado, ás 20.30 no Centro Cultura Libertária em Cacilhas
mais informação:
http://culturalibertaria.blogspot.com

Queremos ir para além da informação e da opinião.Partindo de diferentes projectos, pretendemos criar um espaço de discussão, reflexão, encontro e confronto de ideias anarquistas, onde cada um destes projectos se possa desenvolver.

Numa tentativa de encontrar e conhecer outros indivíduos e descobrir potenciais cúmplices no que cada um de nós deseja, continuamos (e continuaremos) a dar importância à palavra escrita enquanto ferramenta de comunicação e ataque.

Convidamos quem desejar contribuir neste sentido a participar.

Feira do livro anarquista
22, 23 e 24 de maio de 09
rua luz soriano 67A
bairro alto
lisboa
http://feiradolivroanarquista.blogspot.com/

domingo, 3 de maio de 2009

Boletim Anarco-Sindicalista nº 31 - Abril-Maio 2009


Boletim Anarco-Sindicalista nº31 (em PDF):

- versão para leitura (A4, 1,1 Mb)
- versão para impressão (A3, 3,2 Mb)

ait-sp.blogspot.com

Alguns artigos neste número:

- 1º de Maio de 2009: “Lutar contra a crise”? Lutar contra o capitalismo!
- Continua, por todo o país, a vaga de encerramentos, despedimentos, suspensão de contratos de trabalho, falências e insolvências, em fábricas e empresas
- Porto: Iniciativa por um Movimento Popular de Desempregados e Precários
- Manifestação em Lisboa pelos direitos dos imigrantes
- Porto: mais condenações por “manifestação ilegal”
- Começou o julgamento dos “25 de Caxias”
- Grécia: Rumo a um movimento profundo?
- Argentina: Trabalhador@s da fábrica “Disco de Oro” demonstram que não precisam de patrões

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