sábado, 31 de maio de 2008

5 de Junho, Lisboa, Conversas sobre Poliamor



Actividades do Círculo de Estudos Sociais e Libertários - Porto

CESL - Círculo de Estudos Sociais Libertários
Porto

História social, movimentos sociais, modelos de organização libertária, experiências sociais, ecologia social, economia autogerida sustentável, ética libertária, alternativas de intervenção social, filosofia, …

discussão semanal de textos de apoio ( a enviar p/mail), plano de estudos a decidir em conjunt0, leitura e reflexão individual com discussão grupal , vídeo-debates, palestras

QUINTAS - FEIRAS - 21.30 na Terra Viva! AES
( COM CAFÉ LIBERTÁRIO )
Rua dos Caldeireiros, 213 – Porto (à Cordoaria)



PRÓXIMAS ACTIVIDADES :

-29 de Maio – “ Brad Will. Uma noite mais nas barricadas" -Documentário sobre Brad Will, do Indyme- dia, assassinado por paramilitares na revolta de Oaxaca ( México, 2006), e as lutas em que esteve envolvido.

-5 de Junho -Textos de“A GUERRA DA TARIFA”-Luta popular por transportes melhores em São Paulo

-12-19 de Junho – Ciclo Textos “Anarquismo Social” –F.Mintz e FARJ ( do Rio de Janeiro)

- 7 Julho –SESSÃO COMEMORATIVA DO ATENTADO ANARQUISTA A SALAZAR EM 1937

- SETEMBRO: INÍCIO DE CICLO DE DIVULGAÇÃO sobre a história e obra de NENO VASCO

- OUTUBRO: -INÍCIO DE CICLO DE TEXTOS de MALATESTA
- Vídeo “REDS” e debate sobre a Revolução de Outubro e os anarquistas russos

DEIXA O TEU CONTACTO OU INSCREVE-TE ATRAVÉS DO MAIL: terraviva@aeiou.pt
MAIS INFORMAÇÕES : 967694816

http://terraviva.weblog.com.pt/

«A Memória e o Fogo. Portugal: O Cenário Invertido da Eurolândia.» de Jorge Valadas

A Memória e o Fogo. Portugal: O Cenário Invertido da Eurolândia.
de Jorge Valadas
Tradução de Ana Paixão e Júlio Henriques
Prólogo de Júlio Henriques
Gravuras de Bartlélémy Schwartz
Letra Livre, Lisboa, 2008



A Memória e o Fogo, um livro contra a amnésia administrada

A Letra Livre acaba de editar o livro de Jorge Valadas «A Memória e o Fogo. Portugal: O cenário Invertido da Eurolândia» um ensaio crítico sobre a política, a sociedade e a cultura portuguesa. N'A Memória e o Fogo, a grande preocupação do autor consiste em revalorizar uma parte extraordinariamente rica da história social portuguesa que tem vindo a ficar submersa através do processo a que podemos chamar amnésia administrada, como escreveu Júlio Henriques no prefácio.
.
Livraria Letra Livre
Calçada do Combro, 139
1200-113 Lisboa
Tel: 213461075

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Filme: BAB SEBTA " Nós não atravessamos fronteiras, as fronteiras é que atravessam-se entre nós"


Passos ManuelRua

Passos Manuel 1374000 385

PortoPortugal




BAB SEBTA
Quinta - feira,
22h00







Um filme realizado por Frederico Lobo e Pedro Pinho
Sinopse"Nós não atravessamos fronteiras, as fronteiras atravessaram-se entre nós"Graffiti em Ceuta.
Partindo de todas as partes de África corre uma multidão de homens invisíveis preparados para atravessar continentes inteiros perseguindo uma ideia eternamente negada àqueles que vivem na periferia – a de uma vida melhor.
Enfrentam desertos, máfias, sede e fome até colidir contra um muro de arame farpado ou atravessar uma trágica e precária travessia marítima – os obstáculos que os separam do seu objectivo quase mitológico – a Europa.
O nosso filme parte em contracorrente a este fluxo, dirigindo-se de Norte para Sul em busca dos migrantes que atravessam o deserto – heróis nómadas dos tempos que correm, em luta contra uma abstracção: a ideia de fronteira.
O móbil principal para fazermos este filme foi a abundância ensurdecedora de imagens falhadas sobre este tema. A quase totalidade dos trabalhos que conhecemos perde-se na ilustração factual, no tratamento das pessoas que quer filmar dentro de uma lógica humanitária e caridosa, dedica-se a reproduzir e perpetuar a sua condição de miseráveis, de desfavorecidos, de fugitivos, de clandestinos, de vítimas. Eclipsando a sua existência enquanto aventureiros, viajantes, curiosos, vendedores de fruta fartos de o ser, barbeiros, pais, filhos, amantes, sonhadores ambiciosos, desiludidos, desertores.O desafio da rodagem foi evitar a busca jornalística das histórias dos outros, mas facilitar os meios e o tempo para que esses outros criem, desenvolvam, revolvam as histórias adormecidas que transportam em si.
Histórias contadas na primeira pessoa sobre banalidades do dia-a-dia, sobre o local de partida, a família, o que aconteceu ontem, aventuras, amores perdidos, desilusões, expectativas.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Semana pelo Bolhão na Casa da Horta


Roberto Freire ( 1923 - 2008 )
















Roberto Freire (1923 – 2008)

LIBERTÁRIO, CRIADOR DA SOMATERAPIA

“Do amor pode-se fazer uma necropsia, nunca uma biópsia.Se eu o examinar, paro de amar.O amor não é para ser entendido,mas sentido, experimentado...” – Roberto Freire (1927-2008)
Faleceu na noite desta sexta-feira, 23 de Janeiro de 2003, em São Paulo , Brasil, o anarquista, escritor, dramaturgo e “antipsiquiatra”, Roberto Freire, aos 81 anos.Nascido em São Paulo
Em 1927, Roberto Freires formou-se em Medicina, especializando-se em psiquiatria.

Nos anos 50 e 60 tomou contacto com as teses de W. Reich e dos teóricos da “antipsiqiatria”, às quais prontamente aderiu. Assim desenvolveu uma linha terapêutica, baseada na harmonia entre o corpo e a mente, a Somaterapia, ligada a sua “filosofia do Tesão”.

Desenvolveu suas teorias em livros como “Viva Eu! Viva Tu! Viva o Rabo do Tatu!”, “Ame e dê Vexame!”, ou, “Sem Tesão Não Há Solução”.

Além da intensa produção dentro de sua própria actividade profissionalRoberto Freire actuou, de forma intensa, também na vida cultural do seu país, como romancista, dramaturgo, cineasta e jornalista.

“Cléo e Daniel”, lançado em 1966, é o seu romance mais famoso, onde já se viam claramente os elementos de sua teoria da Somaterapia.

Assumidamente anarquista ainda que não ligado ao movimento histórico doMLB, no quadro anterior à 2ª Guerra Mundial e á ditadura “Gertulista”, manteve um
activismo constante desde que se vinculou ao Movimento Libertário Brasileiro.
Colaborou no jornal “O INIMIGO DO REI” na sua última fase e no planeamento do “Congresso Anarquista Brasileiro”, no centenário do 1º de Maio, em 1986.

Em 2000, já muito debilitado pela doença, que o deixara cego e com dificuldades de movimento, afastou-se do activismo libertário, mantendo no entanto os seus contactos e uma intensa actividade intelectual até aos últimos dias de vida.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Feira do Livro Anarquista - 23, 24 e 25 de Maio no Clube Desportivo da Mouraria





Mapa do local de realização da feira




Programa:




Sexta, dia 23


15h – 17h
Projecção de documentários


17h
Debate “Escravatura e consequências”


20h
Jantarada vegana



21h
Conversa “Prisões, desde dentro e fora”


23h
Improvisação sobre vídeo experimental com Gonçalo, Brunihil e Pedro



Sábado, dia 24

15h
Conversa “A contra-informação como arma de arremesso”


17h
Debate “Publicações anarquistas hoje”


20h
Comezaina vegan



21h
Passagem de vídeos



23h
Guitarradas com Mário Trovador
Durante o dia performance com KAMIQUASES




Domingo, dia 25

15h Debate
“Os anarquistas na sua relação com movimentos sociais”


17h
Conversa “PINs e outros broches” (TGV, barragens e resorts)


20h
Jantar vegano


22h
Tertúlia de poesia




A partir das 15h workshop de teatro para crianças
..................................................................................................
Localização:

Grupo Desportivo da Mouraria: Travessa da Nazaré, nº 21Lisboa

Entrada Livre em todas as actividades

Horário: 14h às 00h




SINóPSE DOS DEBATES A REALIZAR



Propomo-nos abordar as causas da escravatura, os resultados que daí resultaram para as pessoas e regiões vítimas desse hediondo tráfico, as consequências para os receptores de escravos e os benefícios resultantes para as metrópoles fomentadoras esse comércio. Também será abordada a situação de escravos absolutos que ainda persistem neste planeta após 200 anos da abolição oficial desse tráfico, assim como as situações de sobre-exploração e descriminação existentes na actualidade.


Conversa “Prisões, desde dentro e fora”
Sexta-feira, dia 23 - 21h
Os últimos casos de repressão e resistência (Monsanto, António Ferreira, o motim de Caxias)- A solidariedade na tuga- A comunicação para além das fronteiras; críticas à luta anti-carcerária tal como a conhecemos.



A informação constitui uma mercadoria do capitalismo tal como todas as outras. Sob a inevitável dualidade do verdadeiro/falso somos levados a aceitar que o trabalho informativo seja realizado pelos órgãos ligados às estruturas de poder, não o encarando como uma ferramenta de todos.Que críticas devem feitas aos canais informativos? Que frutos podemos retirar da contra-informação? Como podemos fazer com que a informação não caia no vazio e se cristalize em mais uma notícia, texto ou imagem que circula na net ou num jornal? Quando é que os canais que existem nos satisfizeram e foram realmente necessários? Em que situações é que a realidade da Internet (dispersão e overdose de informação) castra a revolta e a insubmissão presente nas notícias? Deveremos regressar ao papel? Qual a possibilidade de contra-informação nas rádios?O colectivo pt.indymedia.org propõe a discussão aberta de todos estes pontos e todos aqueles que aqui não estão mas que alguém sentirá a necessidade de colocar.


Debate “Publicações anarquistas hoje”
Sábado, dia 24 - 17h
Apesar do advento da Internet e do florescimento de inúmeros sites, fóruns e blogues libertários e contra-informativos, as publicações anarquistas – em forma de pequenos fanzines ou de revistas e jornais, distribuídos mão-a-mão ou descarregados da Internet – continuam a constituir uma base importante de informação e debate nos meios libertários.O objectivo deste debate é a apresentação e a discussão do carácter e conteúdo destas publicações, assim como dos seus objectivos e divulgação.


Debate ”Os anarquistas na sua relação com movimentos sociais”
Domingo, dia 25 - 15h

Reflexão sobre a forma como os anarquistas têm vindo a integrar movimentos sociais emergentes, caso, na realidade portuense, do Movimento Contra a Demolição do Bolhão, o MASA (Movimento Apoio aos Sem Abrigo), o MUT (Movimento dos Utentes dos Transportes STCP)Tendo em conta todos os constrangimentos institucionais ou mesmo a manipulação partidária a que estes grupos estão sujeitos, muitas vezes torna-se difícil ou mesmo impossível compactuar com directrizes que retiram autonomia a esses mesmos movimentos. No entanto, parece-nos ser importante fazer parte da resistência a esse tipo de situação e mesmo contribuir, juntamente com as pessoas, para o fortalecimento das suas vontades e reivindicações.Assim sendo, tentaremos contribuir para o debate sobre as dificuldades mas também ideias que possibilitem até uma maior abertura dos anarquistas aos movimentos sociais.
CALP – Círculo Anarquista Libertário do Porto

quinta-feira, 15 de maio de 2008

BRASIL RUBRO & NEGRO - MOVIMENTO SOCIAL e INTERVENÇÃO LIBERTÁRIA no BRASIL de HOJE -Sessões de informação e debate


Na TERRA VIVA!Rua dos Caldeireiros,213 Porto (à Cordoaria)

SEXTA FEIRA, 16 de Maio 21.30 h.
. A realidade social e as desigualdades sociais no Brasil –paralelos Brasil - Portugal : Movim.d@s Sem-tecto e ocupações urbanas no Rio de Janeiro, o MTD-Movim.Trabalhadores Desempregados, o “Centro de Cultura Social” de Vila Isabel, o papel d@s anarquistas organizados da FARJ (Federação Anarquista do Rio de Janeiro) nas lutas populares (Relato de uma visita recente)

QUINTA-FEIRA, 22 de Maio 21.00 h.
. ECOLOGIA E SOCIEDADE - Trabalhadores sem-terra e agricultores contra a eucaliptização e a monocultura industrial de cana de açúcar
(documentário de uma jornada de luta e resistência à repressão -em Março último,no Rio de Janeiro )
- A “Frente Agro-Ecológica”e o projecto “Germinal” da FARJ nas ocupações urbanas d@s sem tecto – projectos e actividades

organização:

CESL-CÍRCULO DE ESTUDOS SOCIAIS LIBERTÁRIOS/ TERRA VIVA!AES –Porto

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Workshop de Serigrafia


Dia 17 de Maio, pelas 16h, realizar-se-á um workshop de serigrafia no Centro de Cultura Libertária.
A participação é livre, apenas apelamos a um pequeno donativo para ajudar a pagar os materiais utilizados.

domingo, 11 de maio de 2008

FESTA benefit Feira do Livro Anarquista




























Sábado, 17 de Maio

a partir das 20h

no Espaço KIÁGÁTO
Entrada pela porta lateral do Ateneu Comercial de Lisboa
Rua das Portas de Santo Antão
perto do Coliseu
, na escola superior de medicina chinesa

Lisboa

sábado, 10 de maio de 2008

A GLOBALIZAÇÃO DA FOME - DEBATE


A Tertúlia Liberdade promove:

DEBATE: A GLOBALIZAÇÃO DA FOME,
com a participação dos economistas: Zaluar Basilio, Pedro Goulart,José Luis Felix e o estudioso

Pedro Gomes.

Multidões passam fome, e alguns adoecem com a gordura para que uns poucos acumulem riquezas. PORQUÊ ?


14 de Maio - 4ª feira, às 18,15

CREW HASSSAN - R- PORTAS DE Stº. ANTÃO, 159-163
Lisboa


PARTICIPA E DIVULGA!!

Dia Comunitário na Horta Popular da Graça - Lisboa - Este Domingo


Projecto Horta Popular
As hortas em meio urbano são uma realidade em muitos países do Mundo, nas vertentes comunitária, de lazer ou de suporte ao rendimento familiar.

A sua presença embeleza os bairros que as acolhem e ajuda a criar um espírito de amizade nos que regularmente se encontram para cultivar os frutos da terra, estimulando uma partilha de saberes.

Horta Popular - O que é?De uma forma simples, uma horta popular ou comunitária é um espaço verde onde as pessoas se encontram e cultivam vegetais ou flores, num terreno comum ou dividido em pequenos talhões para cada hortelão. Ao contrário de outros espaços verdes da cidade, a sua manutenção é feita pelos próprios utilizadores do espaço e não por profissionais.


Para que serve?As valências de uma horta popular são muitas e variadas, com benefícios tanto em termos ecológicos como sociais. O aumento do sentimento de pertença a uma comunidade, das relações de vizinhança e de conexão com a natureza são alguns dos efeitos sentidos por aqueles que cultivam os seus vegetais ou flores numa horta popular.

De uma forma um pouco mais sistematizada, temos como efeitos benéficos:

- melhoria da qualidade de vida;- desenvolvimento das relações de vizinhança e de comunidade, estimulando a interacção social;- aumento do sentimento de auto-estima;- embelezamento do bairro;- produção de comida nutritiva e redução das despesas familiares com alimentos frescos;- criação de oportunidades para recreação, lazer, exercício físico, terapia e educação;- aumento das oportunidades para inter-relacionamento entre gerações, idosos e crianças;- criação de habitats para espécies animais e vegetais;- funciona como regulador da ilha de calor urbano;- ajuda na regulação do ciclo hidrológico e na prevenção de cheias, ao ser local de infiltração de águas;- diminuição da quantidade de lixo, ao reaproveitar resíduos alimentares domésticos para composto.


O caso específico da Freguesia da Graça – onde se situa a Horta Popular?

Na intersecção da Calçada do Monte com a Rua Damasceno Monteiro, freguesia da Graça, existe um terreno que se apresenta abandonado há largos anos. Durante algum tempo houve alguns moradores que lá cultivavam os seus legumes, mas há quase uma década que essa actividade desapareceu. É nesse local, com excelente exposição solar, que está a nascer a Horta Popular, aproveitando também as árvores já existentes para criar agradáveis espaços para contemplação do casario e do rio, leitura ou conversa.

Que objectivos temos?No projecto que estamos a desenvolver, pretendemos incentivar alguns saberes e conhecimentos específicos junto da população do bairro, a saber:

1. Como fazer adubo orgânico a partir de restos de alimentos vegetais;

2. Como criar plantas aromáticas e hortaliças sem recorrer ao uso de pesticidas tóxicos e adubos sintéticos;

3. Ensinar às crianças do bairro como crescem alguns dos alimentos que elas todos os dias consomem, restabelecendo a ligação entre o ser humano e a terra que o alimenta;

4. Criar um agradável espaço comunal, onde seja possível não apenas cultivar a terra mas partilhar saberes através de conversas descontraídas, reforçando laços de vizinhança e sentimentos de pertença ao bairro.




Festa na Horta
No próximo Domingo, dia 11 de Maio 2008, vai haver uma festa na Horta. Aqui fica a programação:


*Há festa na horta! Não nos pisem as couves!! Dia comunitário na Horta popular da Graça


*Na horta:- 9h às 13h (durante a manhã) : oficinas de construção de mobiliário urbano reciclado da horta popular;


- 15.00-18h

Tertúlias: - A horta popular na Calçada do Monte

(GAIA – Grupo de Acção e IntervençãoAmbiental);


- Hortas Urbanas e a área metropolitana de Lisboa (Arqº Gonçalo RibeiroTelles);


- Agricultura Biológica (Ângelo Rocha - co-fundador Biocoop, sócio-gerenteMiosótis);


- Agricultura familiar e rural + técnicas naturais anti-pragas: caldas(Fernando…ainda nao confirmado)




15h às 19.30: Passeios e conversas na horta popular. "Mundo Possível" : Pintar livremente e em grupo a imagem do Mundo Ideal(num painel grande de Madeira… para destruí-la logo em seguida. Um exercício comentário e utópico de desapego. [pede-se aos participantes quenão registem o momento. Material: trazer t-shirt velha] __Iniciativa do artista Daniel Melim;


. Oficina de construção de material urbano reciclado;

. Espaço para crianças - experiências com a horta - identificação deplantas e plantação de sementes + animação infantil (palhaçada e pinturas)"Lolas e Pintarolas"

. Música acústica ao vivo;

. Petiscos vegetarianos na horta (comes e bebes);

. Banca do GAIA-CSM;

. Banca informativa do Banco Comum de Conhecimentos.




No CSM-GAIA (Grupo Desportivo da Mouraria):


- 20.00 – Jantar Popular vegetariano no Centro social da mouraria;


- Projecção de filmes sobre a temática das hortas urbanas e festa no Centro Social (concertos e djs)


- 20 h às 21h30 - Projecção de filmes sobre hortas urbanas (durante o jantarno CSM-GAIA)


- 21h30 – Concertos:


. Mário Trovador (punk poesia)

. Pedro e Inês (popular – libertária com faduncho e pozinhos perlimpimpim). Zeca Mendes (Africana – cabo verde e guiné)

. Jamaica produções (hip hop)

. Stucka (punk-techno)


quinta-feira, 8 de maio de 2008

FEIRA REFRACTÁRIA na Faculdade de Letras da Universidade do Porto



Editoras: Edições Mortas
Black Son Editores
Crise Luxuosa
Raividições
Antígona
Averno
Apenas
( ... )

Publicações: Coice de Mula,
Voz de Deus
Motim
Húmus
Utopia

( ... ) +
MÚSICA
PINS
PATCHES

Casa da Horta Associação - Porto


Abriu um novo espaço na cidade do Porto onde podemos encontar algumas vias alternativas ao nivel do consumo de produtos de origem vegetal, mas também, participar noutro tipo de iniciativas/oficinas.
O espaço dispõem igualmente de mercearia e salão onde decorrem as actividades.
...Mercearia da Horta
Na Mercearia da Horta podes encontrar produtos com pelo menos uma das seguintes características: ecológicos; não testados em animais; sem ingredientes de origem animal; locais; éticos.
A Casa da Horta tenta disponibilizar aos seus associados produtos com todas estas características, mas não é fácil e estamos sempre abertos a novas propostas.
Na Mercearia em vez de hortaliças podes encontrar artesanato, produtos de higiene, cosméticos, produtos de limpeza, livros, revistas, café, chocolates…Também temos uma prateleira livre, ondes podes deixar aquilo que já não precisas, e levar algo em troca. E temos uma prateleira Bookcrossing (www.bookcrossing.com) para deixares os livros que já não queres.
As Oficinas
Na Casa da Horta podes ter acesso a oficinas onde podes aprender a reutilizar materiais, a fazer objectos engraçados com material simples, a falar italiano, a fazer seitan, entre outras.

AULAS:
Português para estrangeiros (Portuguese for Foreigners)Formadora(Teacher): VirgíniaTerças e Quintas das 17h as 18h (Tuesdays and Thursdays from 17h to 18h)
Inglês BásicoFormadora: VirginiaBásico: 16h as 17h
Inglês IntermédioFormadora: VirginiaIntermédio: 18h às 19h
Há possibilidade de aulas nível básico de Francês
...AGENDA
Oficina de carteiras tetra-pack
8 de Maio (5ª) - 18h/20hFormadora: Diana Dias
Preço: gratuito, traz embalagens tetra-pack

Oficina de Missangas de Papel
13 de Maio (3ª) - 18h as 19h
Formadora: Ines Caetano Gratuito

Oficina de Flores
15 de Maio (5ª) - 18h30/20h30
Formadora: Marlene Almeida
Preço: 5€/pessoa, material incluídoMínimo de inscrições: 5 pessoas

Oficina de Iniciação ao Linux
20 de Maio 18h/20h
Formador: Pedro Gonçalves
Preço: gratuitoTraz o teu portátil!
...Linux é um sistema operativo baseado na arquitectura Unix. Foi desenvolvido por Linus Torvalds, inspirado no sistema Minix.
O Linux é um dos mais proeminentes exemplos de desenvolvimento com código aberto e de software livre. O seu código fonte está disponível sob licença GPL para qualquer pessoa utilizar, estudar, modificar e distribuir de acordo com os termos da licença.
Inicialmente desenvolvido e utilizado por grupos de entusiastas em computadores pessoais, o sistema Linux passou a ter a colaboração de grandes empresas, como a IBM, a Sun Microsystems, a Hewlett-Packard, e a Novell, ascendendo como um dos principais sistemas operacionais para servidores — oito dos dez serviços de hospedagem mais confiáveis da Internet utilizam o sistema Linux nos seus servidores web.
Oficina de Berimbau de Boca - DAN MOI Vietnamita
24 de Maio
(Sáb) - 15:30 às 17:00
Formadores: Nuno Guimarães e Susana RibeiroPreço: 10€ (berimbau incluído)Nº Mínimo: 5 pessoas
Nº Máximo: 12 pessoas
...O Dan Moi é um instrumento de longa tradição e fácil aprendizagem. Este workshop abrangerá as técnicas básicas e intermédias de execução deste instrumento.
Inscrição: directamente na CASA DA HORTA ou envia e-mail para inscricoes@casadahorta.pegada.net
....NOTA: O prazo de inscrição é de 5 dias antes do evento, salvo excepções(que estarão devidamente assinaladas).
Assim, podemos avisar os participantes com 5 dias de antecedência (ou mais) se o evento já tem o número mínimo de inscrições e confirmar a inscrição.
Se queres propôr a tua própria oficina envia-nos (e aqui link para casadahorta@pegada.net) os seguintes dados: nome da oficina, data e horário, nome do formador, preço por pessoa (no caso de não ser gratuito), se o material está incluído ou não, e o número de inscrições necessárias para a oficina ter lugar.
De seguida a Casa da Horta contacta-te para confirmar a tua oficina. É política da Casa receber 20% do total que o formador recebe dos participantes, pois temos gastos com manutenção da sala (luz, água, wc).
A Casa da Horta compromete-se a divulgar a oficina, assim como a receber as incrições (inscrições@casadahorta.pegada.net). O prazo de inscrição é de 5 dias antes do evento, salvo excepções (que estarão devidamente assinaladas). Assim, podemos confirmar aos participantes com 5 dias de antecedência (ou mais) se a oficina vai ter lugar.

CORDÃO CULTURAL DIA 10 MAIO- SÁBADO 10:30H - 18:00H NO MERCADO DO BOLHÃO


Cordão Cultural pela preservação do Bolhão...
Dia 10 de Maio, Sábado ----» 10,30H às 18:00H

No Sábado todo o Mercado do Bolhão vai estar repleto de Música, Dança, Teatro, Artes Plásticas, Arquitectura...

Irá ser feito o Corte de Trânsito para montagem de PALCO:
"TRABALHADORES DO COMÉRCIO" JÁ CONFIRMADOS

Estão confirmados:

-Tunas Académicas ( Tuna de DENTÁRIA e Tuna da E.S.A.P)
-Bandas Portuenses
-Fados de rua
-Intervenções de Teatro
-Ranchos Populares
-Exposições, Exibição de Documentário sobre Arquitectura e Património
-Atelier de Pintura ao ar-livre, com mestres das Artes Plásticas
-Visitas Guiadas ao Mercado
-Entre vários Músicos e Bandas:


Ana Deus
Convinha
Repórter Estrábico
Paulo Praça
Trabalhadores do Comércio

Um abraço a todos e apareçam!
Movimento Cívico e Estudantil do Porto
http://manifestobolhao.blogspot.com

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Debate sobre anarco-sindicalismo,lutas sociais e possibilidades de resistência no campo laboral




Debate promovido pela Associação Internacional d@s Trabalhador@s – Secção Portuguesa

O objectivo deste debate é apresentar e debater as nossas ideias juntamente com outras pessoas interessadas em lançar as bases de uma resistência sindical baseada na solidariedade e na acção directa, organizada em moldes anti-autoritários e que não admita concertações sociais ou outras formas de compromisso com os que nos exploram e oprimem.

É urgente construir formas anti-autoritárias de resistência no campo laboral, criando práticas de solidariedade efectiva e de acção directa, se queremos não só resistir aos golpes do Estado e do patronato, mas também construir alternativas de vida como a que pode ser o comunismo libertário.

10 de Maio - 16 horas - no Centro de Cultura Libertária
(Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. – Cacilhas - Almada)
AIT-SP:
http://ait-sp.blogspot.com/
http://www.blogger.com/ait-sp.yoll.net/

NÃO TRABALHES NUNCA! 1*mAIO : Porto



Conversa sobre a Esquizófrenia do Trabalho Capitalista no Espaço GAIA_Peixinho da Horta


Desfile do MASA ( Movimento de Apoio aos Sem Abrigo ) na Avenida dos Aliados


Banca Anti - Trabalho



Mártires - Trabalhadores de Chicago ( final do sécXIX )


Maio de 1968 - 2008





Boletim A.I.T _ Abril e Maio de 2008


- Uma organização anarco-sindicalista é uma união de sindicatos que se inspira nos princípios anarquistas.
O seu funcionamento e a sua acção baseiam-se no LIVRE ACORDO. Uma organização anarco-sindicalista é uma verdadeira FEDERAÇÃO de SINDICATOS, pois os federados são efectivamente AUTÓNOMOS. No seu seio não existem imposições, quer de minorias, quer de maiorias. A LIBERDADE de cada trabalhador é, de facto, respeitada.
- Os órgãos sociais dos sindicatos e os comités federativos não interferem na elaboração dos acordos respeitantes às lutas sindicais a desenvolver. Estes órgãos apenas desempenham funções administrativas, de relacionamento e de apoio às lutas que os sindicalizados decidem travar.
Os acordos relativos às lutas sindicais são elaborados pelas assembleias dos trabalhadores sindicalizados (assembleias de secção sindical de empresa e assembleias gerais de sindicato) e pelas assembleias dos seus delegados ou MANDATÁRIOS (assembleias das federações locais de sindicatos, das federações regionais, etc.). Como os elementos dos órgãos sociais dos sindicatos e dos comités federativos, os delegados sindicais são eleitos por tempo limitado e são REVOGÁVEIS A TODO O INSTANTE pelas assembleias que os elegem.
Contrariamente ao que se passa nas organizações sindicais reformistas, nas quais a acção dos sindicalizados depende de directrizes vindas de cima, vindas das cúpulas sindicais, numa organização anarco-sindicalista os trabalhadores não são substituídos por profissionais ou especialistas de lutas alheias. As organizações anarco-sindicalistas baseiam-se na ACÇÃO DIRECTA, isto é, na intervenção directados trabalhadores em todos os assuntos que lhes dizem directamenterespeito.
Numa organização anarco-sindicalista não existem funções ou cargos remunerados, ou seja, burocratas sindicais.
- Uma organização anarco-sindicalista não participa em lutas políticas, por exemplo, em actos eleitorais. Os seus sindicatos não são apêndices de partidos políticos ou de quaisquer outras forças exteriores ao mundo laboral. A defesa dos interesses económicos, sociais e culturais dos trabalhadores constitui a sua única preocupação.
Os sindicatos de uma federação anarco-sindicalista lutam, simultaneamente, pela melhoria imediata das condições de vida dos trabalhadores, no âmbito do sistema social vigente, e pela EMANCIPAÇÃO COMPLETA desta classe, pela via de uma REVOLUÇÃO SOCIAL. O seu objectivo final é o COMUNISMO LIBERTÁRIO, um meio social no qual desaparece a divisão entre os que TRABALHAM e os que MANDAM TRABALHAR OS OUTROS.


Boletim AIT Abril/Maio de 2008

http://mail.google.com/mail/?ui=1&attid=0.1&disp=vah&view=att&th=1199a703b4d3fec7

1* de Maio Anarco - Sindicalista em Lisboa











sábado, 3 de maio de 2008

"I the film" estreia cinema comunitário


, 6 maio, 22h00 entrada livre na Casa Viva,Porto

I the film estreia um ciclo contínuo de cinema independente, intitulado Cinema Comunitário.

Um filme por mês, na primeira terça-feira, sobre os mais variados assuntos dos nossos tempos: globalização, guerra, terrorismo, propaganda, etc..

I the film é uma meditação sobre a relação entre os media e o poder do ponto de vista da maior rede voluntária de media do planeta Indymedia.
O documentário segue o primeiro ano de um pequeno colectivo do IMC numa caótica Buenos Aires durante o colapso da economia Argentina em 2001.

Iniciativa e programação:
cinemacomunitario.blogspot.com