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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Já está disponivel a Revista Utopia Nº25


A Utopia- revista anarquista de cultura e intervenção atingiu o bonito número de 25 revistas publicadas com a saída do último e mais recente número, correspondente ao semestre de Janeiro-Junho de 2008, com um grafismo sóbrio e o formato de sempre.São 96 páginas preenchidas com textos e material gráfico demonstrativos que é possível observarmos o mundo e analisarmos os fenómenos sociais com uma outra perspectiva daquela a que se está habituado, uma perspectiva libertária e emancipatória.Esta última edição contém um dossier sobre o desporto, onde se destacam texto como «O Desporto como Miséria e Espectáculo na era da Globalização» de José Maria Carvalho Ferreira, e «A sociedade industrial dificulta a actividade física» de José Janela.A revista recorda ainda os acontecimentos de Maio de 68 com um texto extremamente interessante de Henrique Garcia Pereira sobre «O Outono Quente no IST em 1968» , e um outro sobre os Provos, o movimento contra-cultural holandês surgido pela mesma época. Ainda é possível ler um curioso «Glossário básico do anarquismo» ( por José Tavares), notícias várias , crítica de livros, e notas sobre o desaparecimento de Albert Cossery, Francisco Gomez «Paço», e António Manuel Anica.A revista é editada pela Associação Cultural A Vida e nos seus princípios editoriais pode-se ler:«UTOPIA define-se como revista anarquista de cultura e intervenção, o que significa a reivindicação do património das ideias libertárias e do movimento anarquista, ainda que à luz de um pensamento próprio, activo e actual, e no respeito face a outras interpretações desse património.Ao definir-se como de cultura e intervenção, UTOPIA pretende-se como um espaço de tolerância, diálogo e criação, procurando contribuir para o aperfeiçoamento dos homens e para o alargamento das suas possibilidades de expressão e de invenção.Ao definir-se como de intervenção, UTOPIA pretende-se como um espaço de análise e debate dos fenómenos sociais e políticos das sociedades contemporâneas, procurando contribuir para a emancipação e a liberdade dos indivíduos e dos grupos sujeitos a quaisquer situações de opressão, repressão e intolerância, assim como procurará opor-se aos sistemas e mecanismos conducentes a manter situações de constrangimento e desvantagem social e económica de indivíduos e grupos em relação a outros, e ao Estado, entendido como um poder a que todos os homens devem obedecer mesmo que em desacordo com ele. Nesta intervenção, UTOPIA será a expressão de lucidez e de revolta, assumindo plenamente o carácter utópico das tarefas a que se propõe.»O preço da revista é de 5 eurose pode ser encontrada em livrarias como:Em Lisboa:Livraria Letra Livra – Calçada do Combro, 139, LisboaLivraria Ler Devagar (loja sedeada na galeria ZDB) – rua da rosa 145, LisboaNo Porto:Livraria Utopia - R. das Oliveiras,72,PortoContacto: CulturalAVida@sapo.pt

7 de Setembro - Corrida de aviões de papel reciclado... sem omissão de CO2


Que fazem no Domingo?Que tal uma corrida de aviões de papel reciclado!?Apareçam na Casa da Horta às 15h para construírem os vossos aviões e participarem na corrida às 16h! Haverá prémios para os grandes vencedores!!!!Se em vez de participarem neste fantástico evento preferirem assistir à chamada “formula 1 do ar”, vocês lá sabem… Já que vivemos no Mundo da incoerência e do espectáculo…!!!Abrimos os jornais, assistimos telejornais e programas de TV e são cada vez mais as notícias sobre novos automóveis híbridos com redução de C02, programas de reflorestação…Hoje em dia tudo parece girar à volta de ser o mais ambientalmente correcto.E o que fazem grandes empresas? Organizam corridas de aviões que emitem X C02 por km. E o que fazem as câmaras municipais? Apoiam!! E o que fazemos nós? Vamos alugar salas para ver e divertirmos-nos, vamos criar filas de trânsito para lá chegar, vamos de Lisboa (ou até voar desde Nova Iorque) para o Porto porque o ESPECTÁCULO compensa!!! Vamos empurrar-nos e acotovelar-nos uns aos outros, competir pelo lugar melhor, vamos acordar cedo e guardar lugar, vamos pagar bem caro para ver de perto, vamos fazer dinheiro e vender cerveja, vamos deixar a criança subir para cima do telhado, vamos sair mais cedo do trabalho.. Melhor: não vamos trabalhar!!! Qual S.João qual quê!!!! Passemos a festejar o S. Red Bull!No final: C02 emitido pelos aviões, C02 emitido pelos automóveis que transportaram a maioria das pessoas ao local, lixo nas ruas, toneladas de restos de publicidade….Ligamos a televisão e volta o paleio do costume: desenvolvimento sustentável, redução deC02, energias renováveis, blá blá blá…(A Casa da Horta – Associação Cultural, não pretende com este evento afirmar-se como um colectivo completamente coerente e perfeito (que não é), mas sim chamar a atenção para o facto da nossa sociedade ser cada vez mais uma sociedade do espectáculo em que os valores que tanto reclama são por vezes esquecidos.)

Curso de Ilustração - Casa da Horta - Associação Cultural - Porto


..............................................Concurso de Ilustração

A Casa da Horta vai dedicar o mês de Outubro aos animais e gostava quedesses o teu contributo ilustrando uma história sobre vegetarianismo. Ahistória que escolhemos para ilustrares conta o dia-a-dia de um meninovegetariano chamado Juvenal Vegetal (ver a história em anexo), e estádividida em 14 páginas.

Podes ilustrar cada uma delas ou se preferirespodes reduzi-las.
Todas as ilustrações serão expostas na Casa da Horta durante o mês deOutubro.

O concurso destina-se a todas as pessoas que gostem de desenhar e a todasas pessoas que quiserem arriscar descobrir um novo talento!

As melhores ilustrações ganham prémios:

-> cabaz de legumes de agricultura biológica do Raízes - 1º prémio
-> jantar na Casa da Horta - 2º prémio
-> livro de receitas vegetarianas - 3º prémio

Quem quiser participar tem entregar as ilustrações na Casa da Horta atédia 28 de Setembro ou enviar por correio para Casa da Horta - Associaçãocultural, Rua de S. Francisco Nº12-A, 4050-548 Porto (têm que chegar antes do dia 28).

Os vencedores serão divulgados no dia 31 de Outubro.
Participa!


Juvenal Vegetal
Pág. 1. À hora do almoço, o Juvenal vai almoçar a casa, enquanto os amigos se enfileiram para a cantina da escola.
Pág. 2. Porquê? Queres ver que não sabe comer com faca e garfo?
Pág. 3. Terá medo do bigode da cozinheira da escola?
Pág. 4. Será que os pais são astronautas e lhe dão comida entubada?
Pág. 5. Não, é que ele é vegetariano. Como a barriga dele, também o Juvenal, torce o nariz a carne, ao peixe e aos produtos de origem animal…
Pág. 6. … come vegetais, legumes e produtos de origem vegetal.
Pág. 7. É por isso que há quem lhe chame Juvenal Vegetal.
Pág. 8. Que horror! Mas então só come erva como as vacas…
Pág. 9. … milho como as galinhas…
Pág. 10. … ou cenouras como os coelhos?
Pág. 11. Nada disso, lá em casa cada refeição é uma festa de nomes estrambólicos, cores aperaltadas e uma montanha-russa de sabores:
tofu seitan soja lentilhas quinoa boulgour tamari gomásio
A Mãe contou-lhe: “Toca a comer. Sabes, esta rica paparoca nasce e cresce à força da luz solar. É por isso que pinga luz, frescura e vitalidade. É um prato cheio de sol.”
“Então, posso comer outra fatia de bolo? Se é de Sol, não faz mal!” – perguntou, com um sorriso traquinas. Mas a mãe, matreira, respondeu: “Sendo assim, come uma laranja que é são mais parecida.”
Pág. 12. Depois de lavar os dentes, pega num saco de migalhas para dar aos patos do parque a caminho da escola. Quase deixa as mãos na sua penugem fofa e quase esquece as horas nos seus olhitos arrebitados. Gosta tanto deles que prefere vê-los assim e não assados.
Pág. 13. Quando chega ao recreio, joga à bola com os amigos e todos se admiram por ele correr tão ligeiro, com uma folha de alface ao vento,
mas ele sabe bem como fica leve e cintilante,
Pág. 14. daí correr feliz, sem se importar de não marcar golo.
...
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.. Casa da Horta, Associação Cultural http://www.casadahorta.pegada.net/
casadahorta@pegada.netTel: 222024123 / 965545519 / 937267541 / 916472466Rua de São Francisco, 12A4050-548 Porto(Perto da Igreja de São Francisco e Mercado Ferreira Borges)

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Jantares Vegan de regresso ao Centro Social da Mouraria - ás Quintas - Lisboa


O Jantar Popular regressa depois do Verão. He! He!


Hoje, a partir das 20h, um menu que prepara também o regresso do Outono, com batatas assadas e Feijão de Fim de Verão.


A partir das 22h, um programa para começar em grande: um documentário chamado "Hortogonal", e foi filmado por Sara Correia e Daniel Melim, em várias hortas da nossa cidade.


ApareçamGrupo Desportivo da MourariaTravessa da Nazaré, 21 - 1° 1100-368

LisboaTelef. 218 870 058

Fax. 218 870 058

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Livro: Mujeres Libres na Revolução Espanhola - Editora Achiamé


RESUMO
Focalizo, neste texto, a experiência de um dos maiores movimentos femininos de massas durante a Revolução Espanhola, o grupo anarcofeminista Mujeres Libres, tendo como referências teóricas a crítica feminista e os conceitos foucaultianos relativos à ética e à subjetividade. No âmbito do movimento revolucionário que se deflagra na Espanha dos anos trinta, essa organização lutou pela autonomia feminina, entendendo claramente a necessidade de criar novos modos de subjetivação num país altamente conservador, religioso e machista.
Palavras-chave: feminismo; Foucault; anarquismo; estéticas da existência; cuidados de si.
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ABSTRACT
This article focuses on the experience of one of the major mass women's movement during the Spanish Revolution, the anarchist and feminist organization "Free Women". It considers Foucault's concepts as well as feminist criticism relating to ethics and subjectivity as the main theoretical references. In the context of a revolutionary movement, that started in Spain in the thirties, the organization aimed at achieving feminine emancipation. It understood clearly the importance of creating new modes of subjectivation, in this highly conservative, religious and male country.
Key Words: Feminism; Foucault; Anarchism; Aesthetics of Existence; Care of the Self.
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Mujeres Libres, da Espanha
A organização Mujeres Libres surge na Espanha pela iniciativa de três anarquistas – a médica pediatra Amparo Poch y Gascón (1902"1968), a advogada Mercedes Comaposada (1901"1994) e a poetisa Lucía Sanchez Saornil (1895"1970), todas militantes da Confederação Nacional do Trabalho – CNT, também de orientação libertária. Formada em abril de 1936, poucos meses antes da eclosão tanto da guerra civil, deflagrada pelas tropas do general Francisco Franco contra as forças populares, como da revolução social, que explode concomitantemente, a organização Mujeres Libres propôs-se lutar pela emancipação das mulheres espanholas, vítimas da ignorância, da opressão do Estado e da igreja e, não raro, de suas próprias famílias. Como afirmava Lucía Sanchez Saornil:
Propus-me abrir para a mulher as perspectivas de nossa revolução, oferecendo-lhe elementos para que forme uma mentalidade livre, capaz de discernir por si mesma o falso do verdadeiro, o político do social. Porque creio que mais urgente que estar organizada nos sindicatos, – sem que desdenhe esse trabalho –, é pô-la em condições de compreender a necessidade desta organização.11
Extremamente agilizada, a organização, em poucos meses, alcança uma ampla adesão das mulheres, espalhando-se por toda a Espanha e reunindo um número considerável de militantes. Algumas historiadoras estimam que tenha atingido até cerca de 30 ou 40 mil afiliadas.12 Além das fundadoras, inúmeras figuras, das quais destaco apenas algumas, ajudam a compor um mosaico bastante multifacetado de militantes ainda a ser mais pesquisado: Lola Iturbe (1902"1990), que assina como Kyralina os artigos que publica; Soledad Storach, uma das pioneiras do grupo cultural feminino CNT, de Barcelona, criado em 1934; Sara Berenguer (Barcelona, 1919), que entrevistei em sua residência em Béziers, no Sul da França, em 2001; Concha Perez (Barcelona, 1915); Suceso Portales, também nascida em meio operário, oradora; Pura Pérez Benavent (Valência, 1919; Ontário, 1995), que estuda na escola racionalista barcelonesa Natura; Pilar Grangel, professora racionalista e militante da CNT; Aurea Cuadrado; Conchita Guillén; Concha Gil; Pepita Struch Pons, que encontrei pela primeira vez na Federación Libertaria Argentina – FLA em sua visita aos companheiros de Buenos Aires, em 2000, e, um ano depois, em casa de Sara Berenguer; Maria Rodriguez Gil; Antonia Fontanillas, hoje com 90 anos, nascida num bairro popular de Barcelona e posteriormente exilada na França, que visitei várias vezes em Dreux e que se tornou o meu principal contato com esse passado; Maruja Lara, que entrevistei em sua casa, em Valência, em 2004; a alemã Etta Federn; Dolores Prat; Jeannette Hardy, que também assina os artigos da revista; Maria Duran (Barcelona, 1912"1995), que se exilou no Brasil e sobre a qual não consegui mais informações até o momento. (...)

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Mais de 65 dias em greve de fome


Semana de luta pela liberdade de Amadeu Casellas, preso anarquista em greve de fome desde o dia 23 de junho

Amadeu Casellas está há mais de 60 dias em greve de fome. Nem a juíza, nem a Direção Geral, nem nenhum político, estão a fazer qualquer coisa para resolver esta situação.

Convocamos a todas as pessoas para que se solidarizem na rua, para expressar a sua raiva contra a tortura que cada dia sofrem os presos deste sistema.

Devemos fazer um esforço para reactivar a luta, já que a situação do nosso companheiro é cada vez mais delicada.

Sabemos quem são os culpados: partidos políticos, juízes e juízas desumanizados, bancos, os verdadeiros ladrões, empresas que lucram com os presos, representantes deste Estado no estrangeiro, cúmplices do silêncio…

De 25 a 31 de agosto: Semana Internacional de Acções Descentralizadas pela Liberdade de Amadeu Casellas. Imaginação contra o poder!

Mais informações em: lahaine.org

Coordenadora Anticarcerária de Barcelona

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Petição de solidariedade com a acção do Movimento Verde Eufémia


Foi criada uma petição de solidariedade com a acção do Movimento Verde Eufémia.

A petição pode ser assinada em http://gopetition.com/online/21252.html

Há precisamente um ano, o Movimento Verde Eufémia (MVE) realizou uma acção de desobediência civil. Num acto simbólico, mas determinado, destruíram menos de 1 hectare do primeiro campo de milho geneticamente modificado na região do Algarve, previamente declarada Zona Livre de Transgénicos pelas autoridades locais. Hoje, usamos a oportunidade do aniversário da acção para lançar o soliMoVE, Solidariedade com o Movimento Verde Eufémia.

A par com o lançamento público do grupo de solidariedade soliMoVE, lançámos um site para o grupo. Os conteúdos do site serão enriquecidos ao longo dos próximos tempos, para conter informações sobre a acção do Movimento Verde Eufémia, a reacção política, a situação dos OGM em Portugal e textos sobre a importância da desobediência civil como ferramenta de intervenção política. Há foruns onde tod@s são convidad@s a dar a sua opinião.
Site:SOLIMOVE
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English:
I, the undersigned, want to express my solidarity with the action of Movimento Verde Eufémia, who mowed 1 hectare of genetically modified MON810 maize in the GM Free Region of the Algarve, Portugal on the 17th of August 2007.
I morally support all the people, movements and organizations who suffer legal, political or personal consequences as a result of the action of Movimento Verde Eufémia.
My support is based on the acknowledgments that:- me and other citizens currently find ourselves in a state of emergency, as a result of the genetic contamination caused by the deliberate release in the environment of genetically modified organisms (GMO);- this contamination exposes me and other citizens to social, economic, ecological and health risks;- our representing governments are not sufficiently intervening in order to protect us from these threats;- acting now is necessary in order to prevent irreversible negative effects further taking shape;- the means of action operating within legal boundaries may only deliver their full results when complemented by civil society action, which can occur outside such limits.
As such I consider that:- this state of emergency requires ordinary citizens to protest against the use of genetically modified organisms in agriculture;- it is morally justifiable and legitimate to enter into acts of civil disobedience against the cultivation of GMOs, since legal means have not proven to deliver sufficient results;- standing for human rights, particularly those regarding the protection of the food chain and the environment from genetic contamination must not result in political persecution.sign
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Deutch
Mit meiner Unterschrift erkläre ich mich solidarisch mit der Aktion des Movimento Verde Eufemia, das 1 Hektar gentechnisch veränderten MON 810 Mais in der Gentechnik-Freien Region der Algarve, Portugal, am 17. August 2007, abgemäht hat.
Meine moralische Unterstützung gilt allen Menschen, Bewegungen und Organisationen, die unter rechtlichen, politischen oder persönlichen Konsequenzen leiden, die aus der Aktion des Movimento Verde Eufemia resultieren.Meine Unterstützung basiert auf der Erkenntnis, dass- ich und andere Bürger sich derzeit in einer Notsituation befinden, die aus der gezielten Kontaminierung der Umwelt mit gentechnisch veränderten Organismen(GVO) resultiert- diese Kontaminierung mich und andere Bürger, sozialen, ökonomischen, ökologischen und gesundheitlichen Risiken aussetzt- unsere uns repräsentierenden Regierungen nicht entschieden genug einschreiten, um uns vor diesen Gefahren zu schützen- es notwendig ist, jetzt zu handeln, um nicht rückgängig zu machende, negative Auswirkungen in der Zukunft zu vermeiden- die Mittel für Aktionen, die sich im legalen Rahmen bewegen, nur zu ausreichenden Ergebnissen führen können, wenn sie durch Aktionen aus der Gesellschaft heraus ergänzt werden, die sich auch außerhalb dieses Rahmens bewegen könnenDaher sehe ich es als gegeben an, dass- dieser Notstand Bürger dazu zwingt, gegen den Einsatz von gentechnisch veränderten Organismen in der Landwirtschaft zu protestieren- es moralisch legitim und zu rechtfertigen ist, sich gegen den Anbau von GVO an Aktionen des zivilen Ungehorsams zu beteiligen, besonders in Anbetracht dessen, dass legale Mittel keinen ausreichenden Erfolg zu versprechen scheinen- das Eintreten für Menschenrechte, speziell für solche, die die Nahrungskette und die Umwelt vor GVO bewahren sollen, nicht zu politischer Verfolgung führen dürfen.

domingo, 24 de agosto de 2008

... mais uma Tróia - Projecto Pestana Tróia resort



O Grupo Pestana recebeu o estatuto de Projecto de Interesse Nacional pelo seu projecto Pestana Tróia.
Localizado a 50 Km da cidade de Lisboa, o Pestana Tróia é um projecto que se desenvolve ao longo de 2 kms de praia totalmente preservada, numa área de 100 hectares, com densidade de construção muito baixa.«O Grupo irá incorporar neste resort integrado toda a sua experiência hoteleira e imobiliária, sendo um espaço onde uma vez mais as duas marcas, Pestana Hotels & Resorts e Pestana Residences, irão caminhar lado-a-lado», avança José Roquette, Administrador do Grupo Pestana na área de Projectos e Desenvolvimento.

O projecto Pestana Tróia engloba quatro lotes, constituídos por um aparthotel de cinco estrelas com 150 quartos (300 camas), dois aldeamentos compostos por moradias, town-houses e alguns apartamentos, todos eles sob exploração turística.

Para além destas infra-estruturas o projecto Pestana Tróia inclui uma pequena área comercial e de uma completa infra-estrutura de animação desportiva e lazer.Com uma ligação intensa com a Natureza, mais de metade da área do projecto

Pestana Tróia é ocupada pela Reserva Ecológica Nacional e Áreas Verdes de Protecção, permitindo um total e perfeito envolvimento com o meio ambiente.O Plano Pormenor deste projecto está em fase final de aprovação tendo-se concluído o respectivo Relatório Ambiental que não trouxe novas restrições, além das conhecidas e decorrentes da área de Reserva Ecológica.


Desta forma, o Grupo Pestana prevê obter todas as aprovações até ao final do ano para começar a construção do Pestana Tróia e iniciar a comercialização de um número reduzido e exclusivo de lotes, dos quais boa parte já reservada.

in, revista imobiliaria

sábado, 23 de agosto de 2008

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Troca-Tudo: noite das trocas (26 de Agosto, às 23h. no bar do bairro, em Lisboa)

O “TROCA-TUDO” é uma proposta para reduzir a ideia de consumo , aproveitando a oportunidade para trocar os nossos produtos usados, por produtos de uma outra pessoa que, da mesma forma, possam ser do nosso agrado. É realizado num espaço (Bar do Bairro) onde todos os participantes podem trocar ou oferecer produtos entre si.

A troca como actividade social existe desde o principio dos tempos e consiste numa actividade essencialmente baseada na negociação entre duas partes – pessoas ou grupos – que chegam a um acordo de que algo é equivalente a outro algo e passível de troca.

É uma oportunidade de quebrarmos o vicio do consumo e reforçarmos o convívio e a solidariedade.



why so serious, santo tirso?


por Pedro Lima, o irmaolucia

29 de Agosto - Dia de Acção Global contra a Cruz Vermelha


Solidariedade com Federico Puy

Em Maio de 2008, Federico Puy, membro da FORA (Federación Obrera Regional Argentina) - secção argentina da AIT -, professor empregado na Cruz Vermelha da Argentina, foi despedido do seu local de trabalho por motivos ideológicos. Pode encontrar-se mais informação sobre este caso aqui.

Como resposta e exigindo a reincorporação de Federico Puy, a AIT convocou um Dia de Acção Global contra a Cruz Vermelha para o dia 29 de Agosto de 2008. Como pretendemos que esta acção tenha o máximo de impacto, convidamos @s companheir@s dispostos a levar à prática as ideias de solidariedade e acção directa a participar neste dia de acção.

Nos próximos dias, o site http://gda.iwa-ait.org/ será actualizado com mais informação sobre este dia de acção

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Actividades na kylaKancra (Setúbal)

Dia 24 de Agosto, Domingo
a partir das 17h:
O regresso das matinés hardcore!


Dia 29 de Agosto, 6ª-feira
Crust, Hardcore, Punk e Cantoria Corrosiva


Na KylaKancra
Vila okupada

à saída de Setúbal (Vale de Ana Gomes)
ver mapa

MANIFESTAÇÃO CONTRA A CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ (província de Cáceres, espanha)


Manifestação contra a Central Nuclear de Almaraz


Data: 13 de Setembro de 2008


Local: Navalmoral de la Mata, no passeio da estação de comboios, pelas 18h30

De seguida segue-se para a povoação de Almaraz e daí há a marcha a pé até ao portão da central nuclear de Almaraz .

No regresso há festa com comida, vinhos e limonada no Parque de las Minas de Navalmoral às 22h00.


Convocam:

Plataforma Antinuclear Cerrar Almaraz, Refinería No, Térmicas NO, Ecologistas en Acción Extremadura, Cúriga-Ecologistas en Acción Monastério, ADENEX, AMUS, QUERCUS, CNT- AIT, CGT, C.A.L.A., Aso.Comarcal Jóvenes del Jerte, Aso. Garabato del Piornal, Colectivo Ambroz de Ecología Socia, Los Verdes Extremadura, Juventudes Comunistas, Izquierda Unida, PCEX, Sociedad Zoológica de Extremadura e Ateneu Libertário de Hervás


(Do lado português, a Quercus irá juntar-se a esta iniciativa através dos Núcleos Regionais de Portalegre e Castelo Branco, junto dos quais se poderão obter mais informações sobre as actividades previstas)

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

1- festival em cima do joelho

Actualização do Arquivo do «Luta Social»



O Arquivo do Colectivo «Luta Social» foi actualizado.

http://arquivodolutasocial.blogspot.com

Nele encontrarão os boletins «Luta Social», publicados entre março 2005 e
maio de 2007.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Não à nova guerra do Cáucaso




A erupção de acções militares entre a Geórgia e a Ossétia do Sul ameaça transformar-se numa guerra de larga escala entre a Geórgia apoiada pelo blocoda NATO, por um lado, e o Estado Russo, por outro.

Milhares de pessoas foram já mortas e feridas – principalmente habitantes pacíficos –; cidades e

povoações inteiras foram apagadas do mapa. A sociedade foi inundada por correntes lamacentas de histeria nacionalista e chauvinista. Como sempre e onde quer que surjam conflitos entre Estados, não há nem podem haver justos nesta nova guerra do Cáucaso, existem apenas culpados. Ao longo dos anos espalharam as brasas que agora acenderam o fogo da guerra. O regime de Saakashvili na Geórgia mantém dois terços da população num estado de pobreza, equanto maior é o descontentamento interno que isto provoca, maior é o seu desejo de encontrar uma saída deste impasse sob a forma de uma “pequena guerra vitoriosa”, na esperança de assim fazer esquecer todos os problemas.Os governantes da Rússia estão inteiramente determinados em manter a sua hegemonia sobre o Cáucaso. Hoje assumem a pose de defensores dos fracos, mas a sua hipocrisia é por demais clara: de facto, Saakashvili apenas repete o que os soldados de Putin fizeram na Tchetchénia há nove anos. Os círculos dirigentes de ambas as Ossétias e da Abkházia aspiram a fortalecer o seu papel como aliados exclusivos da Rússia na região, e ao mesmo tempo unir a população empobrecida em torno de conceitos já testados como a “ideia nacional” e a“defesa do povo”.

Os líderes dos EUA, dos Estados europeus e da NATO, pelo contrário, pretendem enfraquecer tanto quanto possível a influência dos seus rivais russos sobre o Cáucaso, para poderem assegurar o seu controlo sobre os recursos combustíveis da região e o seu transporte. Assim, tornamo-nos testemunhas e vítimas do próximo ciclo do conflito mundial por poder, petróleo e gás. Este conflito não traz nada mais à população trabalhadora – Georgianos,Ossetas,Abkhazes ou Russos –, excepto sangue e lágrimas, desastres incalculáveis e privações. Expressamos a nossa profunda simpatia aos amigos e familiares das vítimas, às pessoas que ficaram sem um telhado sobre as suas cabeças e sem meios de subsistência como resultado desta guerra.Não nos devemos deixar cair sob a influência da demagogia nacionalista que exige a unidade com o “nosso” governo, levantando a bandeira da“protecção da terra natal”. Os inimigos principais das pessoas simples não são os seus irmãos e irmãs pobres do outro lado da fronteira ou doutra nacionalidade. Os seus inimigos são os governantes e patrões de todos os tipos, presidentes e ministros, homens de negócios e generais, aqueles que geram as guerras para poderem multiplicar o seu poder e riqueza.


Apelamos à população trabalhadora na Rússia, nas Ossétias, na Abkházia e na Geórgia para que rejeite o isco do nacionalismo e patriotismo e vire a sua raiva contra os governantes e os ricos de ambos os lados da fronteira. Soldados russos, georgianos, ossetas e abkhazes:

Não obedeçam às ordens dos vossos comandantes! Virem as vossas armas contra àqueles que vos enviaram para a guerra! Não disparem contra os soldados“inimigos” – confraternizem com eles, a baioneta cravada no chão!


Trabalhadores na retaguarda:Sabotem os esforços militares, participem em reuniões e manifestações contra aguerra, organizem-se e declarem a greve contra a guerra!Não à guerra e aos seus organizadores – governantes e ricos! Sim à solidariedadedos trabalhadores acima das fronteiras e das linhas de frente!


Federação dos Trabalhadores da Educação, Ciência e Técnicos – CRAS-AIT(Confederação de Revolucionários Anarco-Sindicalistas, Secção Russa da AIT)

Preso Anarquista espanhol completa 45 dias em greve de fome



Hoje, 5 de agosto, o preso anarquista espanhol Amadeu Casellas completa 45 dias em greve de fome, exigindo uma saída a sua situação crítica de encarceramento, que já dura mais de 22 anos.


22 anos pagos por lutar contra o Estado, expropriando bancos nos anos 70 e 80, para ajudar a financiar as lutas operárias da época. Amadeu tomou a decisão de deixar de comer, como única via que lhe restou para que as autoridades escutem sua voz. Amadeu já fez outras greves de fome, mas decidiu que desta vez será até as últimas conseqüências: ou lhe dão o Terceiro Grau, ou lhe rebaixam a condenação, ou não parará.

Atualmente Amadeu já perdeu 23 kilos, e está se mantendo a base de água e glicose dissolvida.


Em 1 de agosto, sexta-feira, foi feita uma concentração diante da Direção Geral de Serviços Penitenciários, em Barcelona, instituição responsável em conceder o Terceiro Grau, para 0demonstrar que Amadeu tem cada vez mais apoio nas ruas e que as mobilizações não cessarão.]


> Comunicado de Amadeu Casellas <

Hoje, dia 18 de julho de 2008, trouxeram a enfermaria de Quatre Camins, a Juan Alfonso Casquero, que estava em greve de fome a mais de 70 dias. Fiquei horrorizado ao ver como o deixaram. Está mentalmente desequilibrado, não sabe o que diz, nem tão pouco onde está, nem por quê; em uma palavra, o anularam como pessoa e como ser humano.


Imagino que Montserrat Tura e Albert Batlle, como máximos responsáveis das prisões catalãs, estejam orgulhosos porque está morto em vida e para eles, disso se trata, ir exterminando com todo foco de resistência.

Em meu caso estes fatos produziram o efeito de reforço da greve de fome que estou mantendo desde o dia 22 de julho de 2008. No momento continuo na enfermaria, perdi uns 17 quilos; os níveis de açúcar estão entre os 50 e 70 mg/l para que a irrigação cerebral esteja ativa; tenho a moral mais alta que nunca e chegarei até as últimas conseqüências: Liberdade ou morte. Não há outra saída.
Também entusiasmo aos que estão lutando, tanto dentro como fora das prisões, que sigam lutando contra este sistema catalão carcerário fascista e podre, tal como demonstram estes fatos. Não podemos permitir que silenciem estas situações, e a única maneira é a luta; cada um como entenda conveniente.
Espero que este comunicado se espalhe por todos os meios possíveis.
Um forte abraço libertário e coragem!
Granollers, 18 julho de 2008
Amadeu Casellas Ramon

> Campanha de apoio a Amadeu Casellas <

Aos cuidados da Direção dos SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS
O Sr. Amadeu Casellas Ramón, interno no Centro Penitenciário de Quatre Camins (Granollers), preso desde há quase 30 anos e sem delitos de sangue, iniciou no dia 23 de junho de 2008 uma greve de fome para exigir sua liberdade condicional.
O Sr. Casellas cumpre todos os requisitos exigidos no Código Penal vigente para a concessão de Terceiro Grau (CP 1995, reformado por LO 7/2003 de 30 de junho):
- Ter cumprido 3/4 partes da condenação.
- Mostrar uma conduta positiva.
Além disso, o Sr. Casellas dispõe de um amplo círculo de familiares e amigas/os dispostas/os a ajudar-lhe em sua reintegração social, assim como de uma oferta de trabalho.
Por todo o anteriormente exposto solicitamos o início dos trâmites necessários para a concessão do terceiro grau do Sr. Amadeu Casellas Ramón e assim ter acesso a liberdade condicional.
Atentamente
(Nome, sobrenome e RG)
Em... , de... de... 2008
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Aos cuidados da/o Juíza/Juiz do Juizado Penal nº 2 de Manresa
Fax: 93 872 7105
Pelo presente escrito, gostaria de chamar novamente sua atenção sobre a delicada situação na qual se encontra o Sr. Amadeu Casellas Ramon, atualmente preso no centro penitenciário de Quatre Camins e em greve de fome.

Este Juizado, resolveu negar sua solicitação de limitação de condenação, e pelo presente escrito, lhes instamos que, por questões humanitárias, modifique a resolução limitando-a a um cumprimento de 20 à 30 anos, máximo contemplados na lei; pois o Sr. Casellas está a mais de 20 anos cumprindo a condenação, toda uma vida, e de não ser resolvida a solicitação neste sentido, estaria sendo condenado a uma cadeia perpétua.
Sem outra demanda, queria agradecer sua atenção e pronta resolução desta solicitação, despeço-me, atentamente.
(Nome, sobrenome, DNI)
Em... , de... de... 2008
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Prefeito de Greuges de Catalunya
C/ Josep Anselm Clavé 31
08002 – Barcelona
Tf.- 93 301 8075
Fax.- 93 3013187
Sr. Rafael Ribó
Prefeito de Greuges de Catalunia
Pela presente carta, gostaríamos de expressar nosso espanto e preocupação pela situação do Sr. Amadeu Casellas Ramon, preso no centro penitenciário de Quatre Camins, e em greve de fome desde há mais de um mês. Neste momento o Sr. Casellas já perdeu quinze quilos, e sua situação é muito delicada.

O motivo desta greve é sua manifestação para que se ponha um limite a sua pena, algo que nos parece totalmente justo e razoável se levarmos em conta que, já esta a 22 anos pagando a condenação; ou seja, toda uma vida. Acreditamos que o Sr. Amadeu Casellas tenha pago com juros sua dívida com a justiça e que não lhe pode condenar, de fato, a uma prisão perpétua.
El Sr. Casellas denuncia que "desde a prisão não querem aplicar o que me corresponde como represália por alguns fatos ocorridos muitos anos antes" e assegura que a equipe de tratamento "envia informes antigos as autoridades competentes, obviando os progressos advindos dos anos posteriores".
A situação de qualquer forma é mais insustentável se levarmos em conta que a juíza do Penal 2 de Manresa, Érika López Gracia, tem negado sua solicitação de recontagem de condenações.
Portanto, assim sendo, esperamos que você, como Prefeito, mediará urgentemente este assunto, antes que as conseqüências sejam irreversíveis.
Atentamente,
(Nome, sobrenome, DNI)
Em... , de... de... 2008
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Também se pede que se enviem cartas a:
Juizado de Vigilância Central
Gan Via 5228071 Madrid
Fax 913352757
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Ministério de Justiça
c/ Manzana 2
28071 Madrid
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Também é muito importante que sigam sendo enviadas cartas de ânimo e apoio ao companheiro no seguinte endereço:
Amadeu Casellas Ramón

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

De 6 a 17 de Agosto - Acampamento Libertário na Suiça, em Jura


... debates, atliers, projecções, etc...

podem propôr-se actividades através da página do evento, em workshops

Mais info: