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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

16 DE OUTUBRO : DIA MUNDIAL ANTI - Mc Donalds ou Mc MERDA


O Mac Donald's possui grandes extensões de terras cultiváveis em países pobres da América Latina (Inclusive o Brasil), onde a desnutrição atinge milhões de pessoas.
A maior parte de suas colheitas serve de "refeição"para o gado bovino que, posteriormente se transforma em hambúrgueres aquie nos países desenvolvidos. Desta maneira, a energia que se poderia obterde produtos como os cereais, é subtraída da população local e utilizadapara produzir produtos elaborados (como os hambúrgueres) para consumidoresdo 1º Mundo. Algo em torno de 145 milhões de toneladas de cereais dadas ao gado, produzem apenas 21 milhões de toneladas de carne e produtos elaborados.
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CINCO MOTIVOS PARA BOICOTAR O MAC DONALD'S (E SIMILARES).
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1) O Mac Donald's possui grandes extensões de terras cultiváveis em paísespobres da América Latina (Inclusive o Brasil), onde a desnutrição atingemilhões de pessoas.
A maior parte de suas colheitas serve de "refeição"para o gado bovino que, posteriormente se transforma em hambúrgueres aquie nos países desenvolvidos. Desta maneira, a energia que se poderia obterde produtos como os cereais, é subtraída da população local e utilizadapara produzir produtos elaborados (como os hambúrgueres) para consumidoresdo 1º Mundo. Algo em torno de 145 milhões de toneladas de cereais dadas aogado, produzem apenas 21 milhões de toneladas de carne e produtoselaborados. Uma pesquisa sobre o estado dos animais utilizados para acorte criticou cada um dos aspectos do processo, desde o transporte até oabate. Os animais no abate são aturdidos quase sempre de maneira poucoeficaz, fazendo com que estes sejam degolados ainda plenamenteconscientes..
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2) As importantes florestas do mundo são destruídas em ritmo acelerado porempresas como o Mac Donald's, para o plantio de pastagens. Na Amazôniaexistem mais de 100 mil cabeças de gado que necessitam, a cada ano, demais 120 mil hectares de área de pasto, para prover o cardápio da cadeiafast-food..
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3) O cardápio do Mac Donald's é baseado, principalmente, na carne.Umapesquisa sobre o estado dos animais utilizados para a corte criticou cadaum dos aspectos do processo, desde o transporte até o abate. Os animais noabate são aturdidos quase sempre de maneira pouco eficaz, fazendo com queestes sejam degolados ainda plenamente conscientes..
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4) A comida do Mac Donald's não é saudável devido ao seu alto conteúdo degordura animal, açúcar, sais e aditivos químicos. Contribui também para aobesidade pois, a seu alto conteúdo de gordura, soma-se ainda que a poucaquantidade oferecida induz a pessoa a comer muito, causando intoxicaçõesimperceptíveis a curto prazo.
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5) As condições de trabalho dos empregados do Mac Donald's são péssimas ossalários são baixos, a organização dos trabalhadores é inexistente, arotatividade é enorme, a competição entre os trabalhadores é incentivada eo trabalho, em si, é muito desagradável. A maior parte dos trabalhadorestem idade inferior a 21 anos.
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Extraído da Rivista Anarchica (Itália)

Outubbro - Centro Social da Mouraria - Lisboa








terça-feira, 14 de outubro de 2008

13 de Outubro - PARABÉNS C.O.S.A pelo seu 8º Aniversário

O colectivo anarquista Hipátia do Porto vem por este meio mostrar-se solidário com todxs os que mantém a Casa Ocupada Autogestionada de Setúbal no activo ao longo destes oito anos.
Algumas de nós viveram a história do sítio desde a sua ocupação, outrxs vêm neste espaço autónomo um verdadeiro bastião de resistência e inspiração para as suas lutas diárias contra todo o tipo de controlo do homem e do mundo.
A C.O.S.A constitui a ideia mais efectiva, em Portugal, que a autogestão não é uma realidade perdida no tempo ou fora da história, ideia cada vez mais difundida pela lógica capitalista. Diremos mais efectiva, na medida em que, existe como espaço não só mental, mas também físico e que pela sua longevidade, mudou profundamente a vida de muitos dos anarquistas portugueses. Com todos os problemas que teve que enfrentar ao longo destes oito anos, desde represálias por parte da Câmara Municipal de Setúbal, que imediatamente tentou tornar a vida dos seus habitantes uma impossibilidade ao proceder a cortes de água e luz, desde circos infinitos com a polícia de (in)segurança pública que atenta, entre outras mais absurdas intervenções, contra a liberdade de expressão, desde membros infiltrados de partidos políticos que depois dão origem a registos mediáticos falaciosos e mesmo várias e bem graves querelas com o Partido Comunista setubalense, por princípio forte opositor de movimentos alternativos independentes ou não autoritários. A cidade de Setúbal, por seu lado, de cada vez que tenta encaixar este
fenómeno é confrontada com o uma nova vaga de iniciativas libertárias, na sua natureza, e logo deve perceber que existem dinâmicas mutantes, isto é, que não se deixam captar sobre quaisquer formas ou dominar.
A Casa Ocupada Autogestionada de Setúbal nunca foi um fim em si mesma, deu origem a diversas outras iniciativas semelhantes de ocupações e actividades alternativas na cidade, arredores e ao nível nacional. Um fenómeno que lembra uma dinâmica rizomática ou um movimento que quereríamos e queremos perpétuo.
É por este e muitos muitos outros motivos que o Colectivo Hipátia do Porto vem dar os parabéns ao pessoal da C.O.S.A, pelo que contribuiu para as diversas dinâmicas por que passou e pelas vindouras.

PARABÉNS C.O.S.A,

Colectivo Hipátia

15 de Outubro - 18h -Biblioteca pública de Évora


Apresentação em ÉvoraAtlas do Ambiente do Le Monde diplomatique
Com a participação de:
José Janela - Quercus
Júlio Henriques - Le Monde diplomatique - edição portuguesa
A apresentação terá lugar na Biblioteca Pública de Évora, no dia 15 de Outubro, quarta-feira, às 18h.
A entrada é livre, participa

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Conversa com Jorge Valadas na Letra Livre - 17 de Outubro - 18.30h

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Conversa com Jorge Valadas no dia 17 de Outubro, pelas 18.30h, sobre o seu livro «A Memória e O Fogo», um ensaio político sobre o século XX português, na livraria Letra Livre.
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Livraria Letra Livre
Calçada do Combro, 139
(Bairro Alto)
1200-113 Lisboa
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sábado, 11 de outubro de 2008

Solidariedade com @s trabalhador@s imigrantes e activistas sociais!



Porto: um processo do S.E.F. a activistas sociais por “difamação”…
ez no passado mês de Junho dois anos que as associações TERRA VIVA! AES, ESSALAM (associação de magrebinos), AACILUS (afro-brasileira) e MUSAS decidiram convocar uma Conferência de Imprensa e, mais tarde, uma “Manifestação de Luto Imigrante” no Porto (na qual participaram outras associações e colectivos sociais) contra o tratamento discriminatório no SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) do Porto que, conforme denunciado pela comunidade paquistanesa local (entre outras), estaria na origem do suicídio do operário de construção civil, precário, imigrante paquistanês, Hamid Hussain.

Este processo vai agora a julgamento em Dezembro de 2008 nas pessoas de quatro activistas associativos representantes das quatro associações (respectivamente Paiva, Rachid, Flávio e Abílio M.).

Com efeito, Hamid Hussain, casado e pai de 2 filhos e a residir legalmente havia 5 anos em Portugal, trabalhador precário como milhares de outros, portugueses e imigrantes, tinha sido confrontado no SEF do Porto com a exigência de provar, para poder renovar a sua autorização de residência, ter um rendimento anual de mais de 5400 €… Alegando justamente que muitos trabalhadores portugueses não aufeririam anualmente essa quantia, Hussain exigira então que o Estado português lhe devolvesse os seus descontos para a Segurança Social de forma a poder regressar ao seu país. Ridicularizado, enxovalhado e mal tratado – o que não era nem será, ainda hoje, caso único no SEF do Porto! -, ameaçado de expulsão, conforme contara a amigos seus, Hussain entrou em depressão e acabaria por se suicidar saltando da ponte D. Luís.

Apesar de ter nas suas roupas a sua documentação pessoal (passaporte e número de contribuinte), os seus amigos e familiares só uma semana depois saberiam do sucedido por terem procurado o seu corpo na Instituto de Medicina Legal do Porto, onde já se preparava a sua incineração sem qualquer informação ao consulado ou aos seus familiares e amigos.

A TERRA VIVA! AES, na altura em parceria activa com várias associações dos meios imigrantes do Porto, através do seu projecto “Fazer Caminhos” do âmbito do Programa ESCOLHAS (patrocinado pelo então ACIME – agora ACIDI), seria por causa desta denúncia pública chamada primeiro “à capa” pela delegação do ACIME do Porto – justificando então a sua acção pelo facto de ter responsabilidades sociais na defesa dos trabalhadores imigrantes e no desenvolvimento da inserção do seu projecto nesses meios – até porque tinha em preparação um outro projecto para o triénio 2006-2009 em parceria com seis associações imigrantes da área do Grande Porto (projecto esse que entretanto acabou por não ser apoiado pelo “Escolhas/ACIME”…). A seguir, em Dezembro de 2006, os quatro activistas da Terra Viva!, ESSALAM, AACILUS e Musas, receberiam a acusação de “difamação agravada” do “bom nome” do SEF em processo movido por aquela autoridade policial.

Entretanto também, poucos meses após estes factos, o responsável local do SEF, Eduardo Margarido – cuja demissão fora exigida tanto na manifestação como em abaixo-assinado a circular na altura –, acabaria por ser afastado da chefia da delegação daquela polícia no seguimento de diversas queixas de imigrantes e associações.

Como muitos dos motivos que levaram estes e outros activistas a agir continuam a existir, apela-se a todos @s activistas sociais e libertári@s, associações imigrantes e de solidariedade imigrante que se solidarizem e façam ouvir a sua voz!

VIVA A SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL DE TRABALHADORAS/ES E “EXCLUÍD@S”!
NÃO AO RACISMO, NÃO À EXPLORAÇÃO, NÃO À EUROPA FORTALEZA!
LEMBREMOS HAMED HUSSAIN!


Porto, 29 /06/2008

(em breve, em data e local a marcar, será organizada uma reunião de solidariedade e informação)
www.ait-sp.blogspot.com

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

10, 11 e 12 - artes da lua d`outono - Colectivo Germinal - Coimbra


Colectivo Germinal — Associação Cultural

O Colectivo Germinal nasceu da iniciativa de um conjunto de activistas interessad*s em criar uma plataforma legal para ampliar e formalizar a sua intervenção social.
Legalizado como Associação Cultural em 2002, o Germinal tem a sede no Concelho da Lousã. Entre os membros contam-se artesãos, agricultores, artistas plásticos e performativos, estudantes, professores, terapeutas, pessoas para quem a sua vertente de animação social e cultural é um prolongamento natural da forma como organizam e vivem o seu quotidiano.
No decorrer da sua existência o Colectivo Germinal tem acolhido e promovido iniciativas que procuram melhorar a qualidade de vida, protegendo a Natureza e a Mãe-Terra, questionando o consumismo e o mercantilismo, promovendo a organização em rede de cidadãos, grupos, associações.
Actualmente o Germinal desenvolve em parceria Acções de Reflorestação centradas na região do rio Côa.
Está igualmente empenhado na realização do artes da lua d'outono, sendo-lhe particularmente importante a área do Encontro de Educação Alternativa, pela importância que o tema assume na procura de um equilíbrio sustentável no desenvolvimento social. Igualmente tem vindo a intervir em questões relacionadas com a protecção da floresta e animação cultural na zona onde está sedeado e na Região Centro. Os seus membros apoiaram, de forma individual e enquanto Colectivo a realização do Ecotopia 2007, em Portugal.




.As Artes de Outono__ 2ª Edição




.......O artes da lua d'outono, na sua 2ª edição em Coimbra, é um encontro de famílias, que se organiza num espaço aberto, plural e auto-organizado, de entrada gratuita, de quem pensa criticamente o mundo que habita e quer participar na sua construção, através de acções criativas, sustentáveis e participadas.

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.....O nosso desafio, como grupo de projecto, é a criação de uma rede de apoio para que este evento seja concretizado apenas com práticas de entre-ajuda, troca de apoios, trabalho voluntário e donativos, das pessoas e organizações que acreditam e partilham de uma mesma visão do mundo, do ser humano e da relação entre os seres.

....Este evento tem em vista contribuir para a germinação de projectos nas áreas da educação , expressão , desenvolvimento pessoal e estilos de vida sustentáveis.

....O bem estar colectivo da comunidade do artes é o resultado da contribuição de cada pessoa . O evento conta com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra e da Rádio Universitária de Coimbra.

A Visão que nos guia


..Desejamos manifestar uma sociedade pacífica e criativa, na qual o trabalho mais valorizado e recompensado – e a principal prioridade social – seja o desenvolvimento integral do ser, nas suas dimensões física, mental e espiritual ; uma sociedade organizada em círculo, no qual as “crianças” e “jovens” participam com as “pessoas adultas” na construção do mundo de que fazem parte e onde se pratica o Amor, a Tolerância, a Consciência e a Responsabilidade Individual pelo Bem-Estar Colectivo.
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Os objectivos

......O artes da lua d’outono pretende constituir um momento de encontro entre famílias e juntar protagonistas para a partilha, sobretudo com quem está fora dos circuitos alternativos e demontra interesse por projectos e experiências do que em Portugal se faz nas seguintes áreas:* educação integral e libertadora,* vida comunitária,* produção artesanal e ecológica,* medicinas naturais e tradicionais,* maternidade natural, consciente e intuitiva,* desenvolvimento pessoal,* protagonismo infanto-juvenil,* espiritualidade infantil,* culturas marginais,* sustentabilidade.Este ano terão lugar no artes da lua d'outono um Encontro de Educação Integral e Intuitiva, um Encontro de Fadas, Palhaç*s e Feiticeir*s, e um Mercadilho do Artes.

......A OrganizaçãoComeçou por ser um projecto do Colectivo Germinal, que hoje se expandiu para uma iniciativa organizada por vários indivíduos e colectivos que dele querem fazer parte. Caso queiras participar e colaborar na realização deste projecto, contacta-nos.A organização do artes da lua d’outono conta unicamente com o trabalho voluntário dos elementos do grupo de projecto e de uma equipa alargada de apoio.As receitas têm origem em patrocínios seleccionados, donativos dos visitantes, aluguer simbólico de espaços no Mercadilho e da zona para acampar, bem como nos lucros da cozinha comunitária. Os lucros no final de cada edição revertem para a realização da seguinte.
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A história


Hà 7 anos atrás, se a memória não nos falha, o Germinal agilizou a estrutura para a realização, no Parque de Campismo aberto de Montemor-o-Velho, o artes da lua de maio, como um encontro de alternativas e de estilos de vida sustentáveis. Todo o encontro foi realizado com o espírito de entre-ajuda do grupo de apoio do Colectivo, de entrada livre e com uma sopa da pedra para quem não tivesse moedas para comprar as refeições, a única entrada de dinheiro no evento.Com a realização do Vida Verde e encontros afins, pareceu ao Colectivo que o acontecimento do artes da lua deixava de fazer sentido. Porém, permanecia a vontade de se envolver e promover o encontro de espíritos livres.Há dois anos atrás identificámos o tema da alternativa educativa à escola oficial, por parte das famílias e profissionais, como uma necessidade que poderia ser objecto de um novo artes. Por outro lado a valorização do trabalho artesão passou a ser também uma vontade. E pela celebração do equinócio, em Setembro de 2007, realizou-se o artes da lua d'outono, que incluia um Encontro de Educação Alternativa e uma Feira de Artesanato.



....Porque a Educação Alternativa pode ser qualquer uma que se apresente como uma opção em relação à escola tradicional, quisemos começar a definir os nossos ideias.


Este anos de 2008 escolhemos a Educação Integral e Intuitiva, mas para o ano será diferente. Quem sabe Educação Livre.Já durante a preparação do artes de 2008 surgiu a visão de um encontro organizado com as crianças. Um dia. O Encontro das Fadas, Palhac*s e Feiticeir*s começou, assim, por ser uma forma de chamá-las. E no processo de compreender quem são, descobrimos que afinal precisamos de conhecer melhor estes seres mágicos, pois são muito mais profundos do que parecem por aí. .

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...Endereço Postal
Grupo de Projecto artes da lua d’outono
Apartado 6033 3040 – 005 Coimbra

Correio Electrónico
artes@luadoutono.pegada.net

http://luadoutono.blogspot.com/

Telefones
Geral - Afonso Faria: 96 360 53 78
Programação - Rita Alegria: 96 221 20 29
Mercadilho - Bárbara Sá: 91 884 5078

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

CESL - CÍRCULO de ESTUDOS SOCIAIS LIBERTÁRIOS NA Terra Viva


próx.sessão:quinta-f .9 de Out. 21.00 h.na Terra Viva

"O Anarquismo Social" de F.Mintz ( texto de apoio à discussão a enviar via mail , como anexo , a interessad@s )

C.E.S.L.

HISTÓRIA SOCIAL, MOVIMENTOS SOCIAIS,MODELOS DE ORGANIZAÇÃO LIBERTÁRIA, EXPERIÊNCIAS SOCIAIS, ECOLOGIA SOCIAL, ECONOMIA AUTOGERIDA SUSTENTÁVEL, ÉTICA LIBERTÁRIA, ALTERNATIVAS de INTERVENÇÃO SOCIAL, FILOSOFIA, …

DISCUSSÃO SEMANAL DE TEXTOS DE APOIO
(A publicar AQUI ou/e aENVIAR P/MAIL)

LEITURA E REFLEXÃO INDIVIDUAL COM DISCUSSÃO GRUPAL , VÍDEO-DEBATES,
PALESTRAS

QUINTAS - FEIRAS - 21.30
na TERRA VIVA! AES Rua dos Caldeireiros, 213 – Porto (à Cordoaria)
(E EVENTUALMENTE NOUTROS LOCAIS )

PRÓXIMAS ACTIVIDADES :

-9-30 de OUTUBRO: - CICLO DE TEXTOS sobre ANARQUISMO SOCIAL
( F.A.R.J.-Rio de Janeiro, Frank Mintz, Frederico MALATESTA, etc.) textos de apoio na Terra Viva AES (morada acima) 2ªs, 5ªs e &ªs.15-18.30 h., no site :http;//terraviva.weblog.com.pt e outros locais

Meados de Out. - INÍCIO DE CICLO DE DIVULGAÇÃO sobre a história e obra de NENO VASCO ( aguarda-se para breve o lançamento de publicação de livro sobre a vida e obra do autor)+

-6 de NOVEMBRO:
–VÍD. “REDS”( parte ) e “Makhno e a Ucrânia”(parte) – debate sobre a “Revolução de Outubro” e os anarquistas russos –história e actualidade

No GATO VADIO–Livraria/Bar - Rua do Rosário, 281 –Porto tel. 220131894

Meados de Nov.
-CURSO LIVRE “ANARQUISMO SOCIAL E ORGANIZAÇÃO POPULAR”-c/base em textos da FARJ/FASP (Brasil), FAF e CNT (Franç.), CNT(Espan.), F.Mintz, F.Malatesta e na análise da realidade portuguesa.
-em local a designar

DEIXA O TEU CONTACTO OU INSCREVE-TE ATRAVÉS DO MAIL:
<>

MAIS INFORMAÇÕES : 967694816




domingo, 5 de outubro de 2008

8º ANIVERSÁRIO DA C.O.S.A.


Dia 14, 3ª-feira

15h: Workshop de Fibra de Vidro
17h: Paintball com fisgas
22h: CONCERTOS:
. Insulto
. Tintura D'Ódio
. Disastro Sapiens

Na Kÿlakancra
Vila Okupada dos Subúrbios de Setúbal

(ver mapa)

Dia 15, 4ª-feira




21h: Passagem do filme Bab Sebta, seguida de conversa com os autores.

No Espaço Lança (antiga Zaragata)
Estrada da Graça, nº190


Dia 16, 5ª-feira

19h: Debate à volta de um Lanchinho
. Questões de género:
"Rapaz vs rapariga ou pura estupidez?"
"Eu, Tu, Elx, Nós, Elxs, ..."

na COSA


Dia 17, 6ª-feira

Pela noite dentro...

FESTA CASINO
com Torneios de Gambling
Karaoke
Dj Arthrit (2ª aparição desde o milagre de fátima)

Na COSA


Dia 18, Sábado

15h: FESTA, Xurrascada e Cinema na rua, para amigxs e vizinhança
21h30: Projecção de documentário sobre lutas nas prisões da grécia


8 anos de ocupação
Casa Okupada de Setúbal Autogestionada
Rua Latino Coelho, nº2
Bairro Salgado


cosanossa@gmail.com





3 e 4 de Outubro - Colóquio internacional sobre o pensamento de Max Stirner - Faculdade de Letras Da Universidade de Lisboa - Entrada Livre


O encontro internacional „A actualidade de Stirner“, que foi organizado em 2006 por ocasião do 200° aniversário de Max Striner, mostrou que a crítica tem uma importância destacada para o filósofo e, em geral, para os jovens Hegelianos.
O colóquio em Lisboa tenta desenvolver este pensamento, mas com uma conotação diferente. Será abordado a crítica de religião de Stirner, a crítica da teoría de conhecimento de então, a crítica de Stirner a Proudhon, mas também a crítica à qual Stirner foi exposto por parte de Gustav Landauer e Georg Simmel.
http://www.goethe.de/ins/pt/lis/ver/pt3745880v.htm
http://www.fl.ul.pt/agenda/coloquios.html .
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.A crítica de Stirner e a crítica a StirnerDIE KRITIK STIRNERS UND DIE KRITIK AN STIRNER Colóquio luso-alemão sobre Max Stirner Lisboa - 3 e 4 de Outubro de 2008 3 de Outubro
Faculdade de Letras - Universidade deLisboa - Anfiteatro III.
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9hAbertura e Apresentação.
10hJosé Barata-Moura (Lisboa): Stirner: da nadificação ao momento ético da intimidade proprietária / Stirner: von der Vernichtung bis zum subjektiven ethischen Moment
11hBeate Kramer (Berlin): A Plaidoyer as to why Science is not Religion: Stirner and Feyerabend 12hFrank Hansel (Berlin): Wie hast du’s mit der Religion: Religionskritik nach Stirner / Qual é para ti o significado da religião? Crítica da religião de e após Stirner
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Pausa.
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14h30Nikos Psarros (Leipzig): Aristoteles – ein Anarchist, Stirner ein Aristoteliker? /Aristóteles, um anarquista - Stirner, um aristotélico?
15h30Adriana Veríssimo Serrão (Lisboa): La demande de Feuerbach a Stirner: "que veut-il dire être un individu?”
16hGeert-Lueke Lueken (Leipzig): For and Against Stirner. Gustav Landauer's Way to Communitarism/ Com Stirner contra Stirner.A via de Gustav Landauer para o comunitarismoCoordenação: Bernd Kast e Adriana Veríssimo SerrãoOrganização: Departamento de Filosofia da Universidade deLisboa e Max Stirner Gesellschaft (Leipzig) Com o apoio da Cátedra A Razão (Universidade de Lisboa)
17hJosé Manuel Teixeira da Silva (U. Beira Interior): Liberdade de imprensa, censura e formas de dominação / Pressefreiheit, Zensur und Herrschaftsformen.
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4 de Outubro
Goethe-Institut - Campo dos Mártires da Pátria 36 – 37.
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9h.Bernd Kast (Lisboa): Stirner e SimmelMaurice Schuhmann (Berlin): StirnersProudhonkritik vor dem Hintergrund der junghegelianischenProudhonrezeption / A crítica deStirner a Proudhon à luz da recepção de Proudhonpelos jovens HegelianosJannis Touras: Der Substanzbegriff bei Hegel undStirner / O conceito de substância em Hegel e StirnerGerhard Senft (Wien): Stirner und die Kritik derPolitischen Ökonomi.
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As conferências serão proferidas em inglês, francês, alemão e português
ENTRADA LIVRE.
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Acerca de Stirner.
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A publicação de O Único e a sua Propriedade em 1844 caiu como um relâmpago no meio da agitação de Berlim. O seu autor, Max Stirner, faz aí o anúncio de que Deus morrera, segredo que se procurava manter oculto a toda a custa e que Nietzsche repetiu estentoricamente, com bem mais sucesso. Mais grave ainda, como Sade antes dele avisa que, desaparecido o Senhor dos senhores, já não reconhece mais nenhum. A euforia que se seguira à revolução estava a ser dissipada pela seriedade do Estado, do povo ou da humanidade. Radicalizando o contrato moderno Stirner não reconhece outra soberania que não a do único, que se nega a cedê-la ou transferi-la para o Estado. Não é loucura pôr-se em pé de igualdade com o Estado ou a Humanidade, confrontá-los numa guerra de corpo a corpo? A afirmação de Joseph Beuys de que cada um é soberano ainda pode passar, porque se mantém dentro da arte, mas aquilo que Stirner tem para dizer, por afectar a vida, já no cabe em nenhum domínio. Mas se pode dizer algo sobre a vida, é porque se trata da sua vida… da vida de cada um de nós.Durante muito tempo Stirner só foi lido clandestinamente. Uma espécie de maldição assinalou este livro. A censura da época bem hesitou, sem saber que fazer dele. Para o primeiro censor, que proibiu a sua publicação, era uma obra de barbárie, que atacava todos os valores, e se arrogava direitos absolutos sobre a propriedade e a vida. Criminoso, portanto. Para o Ministro que autorizou a publicação era um livro «demasiado absurdo para ser perigoso». Louco, portanto. Acima de tudo é um livro que sempre resistiu à leitura, que parecia exceder a todas. Quando a revolução se tornou questão de futuro opõe-lhe a revolta permanente para impedir que a que já tinha ocorrido se estabiliza e estiole. Quando o Estado liberal se procurava implantar timidamente, faz uma crítica demolidora do direito. Quando o comunismo de Marx começa a demolir o liberalismo, sustenta que a comunidade perfeita e o «Homem» são a forma culminante da servidão. Para Stirner são tudo formas de dominação. Stirner descobre que a dialéctica hegeliana do senhor e do servo mais do que chegar ao fim, tornando todos senhores, desembocou antes numa dominação psicotrópica, em que são os próprios indivíduos que ficam obcecados, fascinados, entusiasmados, com os espectros que os possuem. Muito antes da análise das perversões por Freud, da crítica do espectáculo ou da economia do entretenimento já Stirner estava a construir as primeiras armas para o combate.Stirner rapidamente deixa de escrever, a sua vida é uma série de fracassos. Não são fracassos «belos» à Kafka, mas fracassos sem mais. Stirner morre na miséria, depois de ter sido preso por dívidas, mas o livro fez um caminho subterrâneo até nós, usando os sucesso de outros para se difundir. Passa através de Marx e Engels que dedicam mais de 300 páginas para o demolirem, e que ocultam o texto. O Ideologia Alemão é publicado apenas nos anos 30 do século passado, e incompleta. Mas a ideia de mais valia, a noção de «fixação» rebaptizada em fetichismo, as «argúcias teológicas» da mercadoria, são metamorfoses de temas stirnerianos, que permanecem puro e duros no interior daquilo mesmo que os nega. Passa através de Dostoyevsky que em Crime e Castigo o dá a ver e o anula no próprio corpo de Raskolnikov. O crime é Stirneriano e o Castigo é a possibilidade da sua superação. Dostoyevsky leu mal Stirner, e por isso mesmo o crime impressionou mais do que o castigo. Passa também através de Nietzsche que nunca o cita, embora se saiba ter que receou que um dia pudesse ser considerado um plagiador de Stirner. Nada isso, mas nos temas da morte de Deus, do super-homem, mesmo o eterno retorno ou no «grande criminoso» são, no mínimo, antecipados por Stirner.A natureza provocatória da escrita stirneriana, o riso sardónico que irrompe imparavelmente ao lê-lo, a defesa do crime como última ratio da soberania, o ideia de que a singularidade só pode ser entendida como monstruosidade, facilitaram todas as leituras condenatórias, propiciaram todas as vitórias fáceis que venciam à custa de reduzir o livro à patologia criminal ou à loucura de Stirner. Os inimigos, mas também os amantes de Stirner reduziram-no a fórmulas, mas o Único é a anti-fórmula por excelência. É algo que fica para além de todo o discurso, de toda a instituição, como um Minotauro que tivesse saído do labirinto, com os altos muros cercados por humanos, que espreitam para dentro, desenrolam o fio de Ariana, lhe oferecem sacrifício. Olhando do de longe, às vezes misturando-se na multidão, o Único ri-se, pois abandonou esta antiga estrutura sacrificial. O livro é a linha que circunscreve todo o espectáculo e a agitação, e cria ou lugar de onde é possível olhar para tudo isso. E sair em busca de alegria e de prazer. Como os espectadores estão a jeito…Stirner vai retornando. Lá se lhe vai encontrando alguma utilidade. É certo que a sua crítica ao liberalismo, que se repete pela enésima vez, ainda é potente; A sua crítica ao comunismo é mais pertinente do que nunca, e Blanchot, Negri, Nancy parecem trilhar os seus traços. Mesmo a filosofia de onde tinha sido excluído começa a citá-lo timidamente, como sucede com Gilles Deleuze, Michel Foucault ou Pierre Klossowski. Derrida dedica-lhe excelentes análises no seu Spectres de Marx. Homens tão especiais como Pierre Vanderpote ou Roberto Calasso, o lídimo pensador europeu, dedicam-lhe reflexões fulgurantes. Mas foi nas artes que a sua presença se tornou incontornável. Lido por Joyce, Pound, Lewis, Miller, etc. a sensibilidade stirneriana marcou fortemente as revoluções feitas por Francis Picabia e Marcel Duchamp que é o seu herdeiro metafísico. Desde que o Único veio à luz que se pretende fugir do «buraco negro» que tem dentro, a hiperdensidade da vida tudo atrai, para acabar por se cair nele inapelavelmente. Toda a aproximação serve a Stirner. No livro que é a cinza da vida que se consumiu nele linha a linha, letra a letra, ainda braseia a paixão do fracassado Stirner, que muito baixinho diz para não ser ouvido: «Canto porque... sou um cantor. Mas uso-vos para isso, porque... preciso de ouvidos». retirdo do blog Pimenta Negra http://www.pimentanegra.blogspot.com/

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Manifestação pelos direitos dos animais - 4 de Outubro - Lisboa

Manifestação em defesa dos direitos dos animais, convocada pela Animal: dia 4 de Outubro de 2008 - Lisboa

Concentração inicial às 15h em frente à Praça de Touros do Campo Pequeno, de onde a Marcha arrancará em direcção à Assembleia da República.

Cartaz e comunicado da Alternativa Libertária:


Comunicado da Alternativa Libertária contra a Praxe



Anos consecutivos de praxe violenta, humilhante e sexista deitam por terra os esforços dos defensores da praxe, apresentada como uma forma tradicional de integração. Nada podia ser mais falso, a praxe nos moldes em que existe na maior parte das universidades de Portugal é uma espécie de violência doméstica tolerada e que tem como objectivo a subserviência dos caloiros (considerados como inferiores) aos seus colegas mais velhos, veteranos ou não (considerados superiores). Toda uma panóplia de alarvidades teóricas baseadas em princípios medievais são a fonte de inspiração de quem praxa: fazer e ter amigos é a mais comum.
Não é preciso pensar muito para chegar a uma conclusão simples, se para ter 'amigos' tenho que me sujeitar a coisas degradantes como simular sexo, comer merda, ser pintado ou dizer de joelhos 'caloiro é pior que cão', prefiro não ter esses 'amigos' e ter outros que não estabeleçam uma 'amizade' depois de me humilharem.

Portugal é um país de modas, a praxe é uma moda e não uma tradição.
Se há tradição de praxe apenas pode ser remetida para o caso de Coimbra. No entanto, o argumento de tradição (embora seja uma invenção) por si só também não convence. Existem boas e más tradições, tal como existem bons e maus costumes e a praxe a par do bullyng é um mau costume e algo a que nos devemos opôr totalmente. A praxe já matou, a praxe já violou, a praxe já deixou marcas para toda a vida como amputações de membros e marcas psicológicas profundas. A praxe anula o sentimento académico de igualdade e união e incentiva o circo foclórico labrego, vazio de espírito crítico. Não é por acaso que as Associações de Estudantes de Portugal são as menos activas da Europa e só se preocupam com festas, galas, praxes e carreirismo político.

Por estas razões apelamos a todas caloiros que rejeitem a hierarquia imposta por quem é igual a vocês. Apelamos ao boicote e à denúncia daquilo que é a tortura instutucional da praxe.

Alternativa-libertaria@riseup.net

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

BPF-Fábrica do Som-Porto



De volta ao Porto, mas desta feita num local da noite que realmente promove a diversidade e cultura musical, o Beats Play Free apresenta-se na Fábrica de Som dia 3 de Outubro a partir das 23:30 com uma noite dedicada à música livre integrado nas festividades da Inércia Demoparty, um evento dedicado à comunidade underground de criação de audiovisuais. O live act ficarão a cargo de decibeats e home manete. Depois a noite continua em formato dj set pelas mãos de ps da Enough Records e Ogata T3tsuo da MiMi Records.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Mês de Outubro - Ciclo para comemorar a Imprensa Operária - Museu República e Resistência




Dia 2 (Quinta) 18.30h – Quintas da Ciência “Actualidade de Hipócrates” – “O saber Médico na Bacia Mediterrânica no tempo de Hipócrates” pelo Professor Carlos Campos Ventura

Dia 3 (Sexta) 17.00h – Lançamento do livro «Mulheres Republicanas»

Dia 7 (Terça) 18.30h – Ciclo de Conferências – A Batalha: 90 Anos de Imprensa Sindicalista - « O Movimento Operário Português, da Grande Guerra ao Estado Novo (1918-1934)» - Professor Paulo Guimarães – Universidade de Évora

Dia 8 (Quarta) 18.00h – Ciclo de Conferências «O Sistema Politico Português, séc. XIX-XXI: Continuidades e rupturas» - «Eleições, eleitores e representantes no Portugal oitocentista» por Pedro Tavares de Almeida

Dia 9 (Quinta) 18.30h – Quintas da Ciência “Actualidade de Hipócrates” – “A Revolução Hipocrática” pelo Professor Carlos Campos Ventura

Dia 10 (Sexta) – Concerto Aberto – Antena 2 (Durante todo o dia)

Dia 11 (Sábado) 16.00h – Cuba – Documentário e conferência – Associação de Amizade Portugal/Cuba

Dia 13 (Segunda) 18.30h – Ciclo de Conferências «Presença Portuguesa na Etiópia. Dos encontros aos desencontros» por Doutor Abdissa Birratu Gamada

Dia 14 (Terça) 18.30h – Ciclo de Conferências – “A Batalha”: 90 Anos de Imprensa Sindicalista - «A Imprensa Operária nos Tempos da 1ª República» - Professor António Ventura – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Dia 15 (Quarta) 18.00h – Ciclo de Conferências «O Sistema Politico Português, séc. XIX-XXI: Continuidades e rupturas» - O Sistema Politico na Monarquia constitucional» por Paulo Jorge Fernandes

Dia 16 (Quinta) 18.30h – Quintas da Ciência “Actualidade de Hipócrates” – “O Movimento da Medicina Hipocrática no Século XX” pelo Professor João Ribeiro Nunes

Dia 17 (Sexta) 18.30h – Ciclo de Conferência «O(s) Mito(s) do Capitalismo» por Paulo Fidalgo e Mário Tomé

Dia 18 (Sábado) 15.00h – «Lisboa sem fronteiras» org. Conselho Municipal das Comunidades Imigrantes - CML

Dia 20 (Segunda) 18.30h – Ciclo de Conferências «Presença Portuguesa na Etiópia. Dos encontros aos desencontros» por Doutor Abdissa Birratu Gamada

Dia 21 (Terça) 18.30h – Ciclo de Conferências – A Batalha: 90 Anos de Imprensa Sindicalista - «O Jornal A BATALHA da 1ª República aos nossos dias» - Doutor Luís Garcia e Silva – Jornal A BATALHA / Centro de Estudos Libertários

Dia 22 (Quarta) 18.30h – Sessão Evocativa de José Cardoso Pires Exibição do filme «O Delfim» com a presença do realizador Fernando Lopes

Dia 23 (Quinta) 18.30h – Quintas da Ciência “Actualidade de Hipócrates” – “A Naturopatia Clássica, continuadora do saber Hipocrático pelo Professor Manuel Branco.

Dia 24 (Sexta) 18.30h – Ciclo de Conferências «O(s) Mito(s) do Capitalismo» por Vítor Ramalho e Luís Fazenda

Dia 25 (Sábado) 9.30h/18h – Conferência «A Mulher em Cenários de Guerra» org. Movimento Democrático de Mulheres

Dia 27 (Segunda) 18.30h – Sessão Evocativa de José Cardoso Pires – Exibição do Filme «Casino Oceano» com a presença do realizador Lauro António

Dia 28 (Terça) 18.30h – Ciclo de Conferências – A Batalha: 90 Anos de Imprensa Sindicalista “O DESPERTAR” e as Juventudes Sindicalistas - Dra. Filipa Freitas

Dia 29 (Quarta) 18.30h – Sessão Evocativa de José Cardoso Pires – Exibição do filme «A Balada da Praia dos Cães» com a presença do realizador José Fonseca e Costa


Dia 31 (Sexta) 19.00h – Lançamento do CD «Donos do Lei» da banda Vibração.




Biblioteca Museu República e ResistênciaRua Alberto Sousa, nº 10 A

Telf.: 217802760 Fax.: 217802788

Jornada de Acção contra Pacto Sarkozy para a Imigração - 12 de Outubro - 15h - Martim Moniz - Lisboa


JORNADA DE ACÇÃO
Pela regularização dos(as) indocumentados(as),
contra a onda xenófoba e contra o Pacto Sarkozy


Associações convocam jornada de acção para
domingo, 12 de Outubro, às 15h, no Martim Moniz



Nos dias 15 e 16 de Outubro, o Conselho Europeu reunirá os chefes de Estado e de governo dos 27 para ratificar o "PACTO EUROPEU sobre IMIGRAÇÃO e ASILO", aprovado no conselho de ministros realizado a 25 de Setembro. O Pacto proposto por Nicolas Sarkozy, no contexto da presidência francesa da União Europeia, visa definir as linhas gerais da UE nesta matéria e assenta em cinco pontos fundamentais: organizar a imigração legal, priorizando a adopção do "cartão azul", para recrutamento de mão-de-obra qualificada; facilitar os mecanismos e procedimentos de expulsão e estabelecer nesse sentido parcerias com países terceiros e de trânsito; concretizar uma política europeia de asilo; reforçar o controlo das fronteiras; proibir os processos de regularização colectiva.

Depois da aprovação da Directiva de Retorno, com o voto favorável do Governo português, estas medidas representam mais uma vergonha para a Europa. O tratamento securitário das migrações, a definição de critérios discriminatórios para acesso ao trabalho, o aprofundamento da criminalização da migração, da militarização e externalização das fronteiras através do FRONTEX e a perseguição dos(as) cerca de 8 milhões de indocumentados(as) que vivem e trabalham na Europa - a quem é oferecida a expulsão como única saída -, são medidas que visam consolidar uma Europa Fortaleza, da qual não podemos senão nos envergonhar.

Em Portugal, a recente onda de mediatização da criminalidade e as recentes declarações de responsáveis governamentais que trataram os(as) como imigrantes bodes expiatórios para o aumento da criminalidade, abrem espaço para as pressões xenófobas e racistas, e criam um ambiente propício para a desresponsabilização do Governo. Em causa está a necessidade de regularização de dezenas de milhares de imigrantes que defrontam sérias dificuldades em regularizar a sua situação.

São homens e mulheres que procuraram fugir à miséria, fome, insegurança, obrigados a abandonar os seus países como consequência do aquecimento global e outras mudanças climáticas, ou que muito simplesmente tentaram mudar de vida, mas a quem não foi reconhecido o direito a procurar melhores condições de vida. Tratam-se de pessoas que não encontraram outra opção senão o recurso à clandestinidade, muitas vezes vítimas de redes sem escrúpulos, e que se confrontam com uma lei que diz cinicamente que "cada caso é uma caso", fazendo da regra a excepção e recusando à generalidade dos(as) imigrantes o reconhecimento da sua dignidade humana. Destaque-se a situação dos imigrantes sem visto de entrada, a quem a lei recusa qualquer oportunidade de legalização.

Solidários(as) com a luta que se desenvolve na Europa e no mundo contra as politicas racistas e xenófobas, também por cá vamos lutar pela regularização de todos imigrantes, sem excepção, cada homem/mulher - um documento. É uma luta emergente contra as pretensões de expulsão dos(as) imigrantes, contra a vergonha de uma Itália que estabelece testes ADN como instrumento de perseguição dos ciganos(as), contra as rusgas selectivas, arbitrárias e estigmatizantes, contra a criminalização dos(as) imigrantes, contra a ofensiva das políticas securitárias e racistas, alimentadas pelo tratamento jornalístico distorcido feito por alguns meios de comunicação social. Cientes de que está criado um ambiente de perseguição aos imigrantes na Europa, e rejeitando as pressões racistas e xenófobas dos Governos de Sarkozy e Berlusconi, organizações de imigrantes, de direitos humanos, anti-racistas, culturais, religiosas e sindicatos, decidiram marcar para o próximo dia 12 de Outubro, domingo pelas 15h, no Martim Moniz, uma jornada de acção pela regularização dos indocumentados(as), contra a onda de xenofobia e contra o Pacto Sarkozy.


ORGANIZAÇÕES SIGNATÁRIAS: Acção Humanista Coop. e Des.; ACRP; ADECKO; AIPA – Ass. Imig. nos Açores; APODEC; Ass. Caboverdeanade Lisboa; Ass. Cubanos R.P.; Ass. Lusofonia, Cult. e Cidadania; Ass. Moçambique Sempre; Ass. dos Naturais do Pelundo; Ass. dos Nepaleses; Ass. orginários Togoleses; Ass. R. da Guiné-Conacri; Ass. Olho Vivo; Ass. Recr. Melhoramentos de Talude; Ballet Pungu Andongo; Casa do Brasil; Centro P. Arabe-Puular e Cultura Islâmica; Colect. Mumia Abu-Jamal; Khapaz – Ass. de Jovens Afro-descendentes; Núcleo do PT-Lisboa; Obra Católica Portuguesa de Migrações; Solidariedade Imigrante; SOS Racismo.

CONTRA TODO O TIPO DE OPRESSÃO..


Exmºs Senhores e Senhoras da Direcção da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto
Deparei-me nas instalações da Faculdade de Farmácia com um documento com o título "A Praxe Explicada aos pais e alunos". .
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Estou a escrever-vos em indignação, já é minha indignação que, os órgãos de autoridade da faculdade, permitam que se exerça, coação, intimidação seguida de humilhação, dentro da suas próprias instalações, por parte de alunos que divertem-se à custa da inocência de quem entra na faculdade, mais indignado fico quando deixam circular este documento que enuncia um determinado de regras que julgo irem contra o próprio código civil, as quais vou enumerar com a esperança que este documento nunca mais seja exposto num sítio público como é a Universidade do Porto:
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1. Numa parte em que fala em exageros é dito "Todo e qualquer exagero deve ser denunciado ao Conselho de Veteranos, que tratará de punir os responsáveis". Quando se houve falar de violações à integridade física, todos os anos nas praxes, deverá ser o conselho de veteranos o organismo regulador de ofensas à lei? que autoridade terá o conselho de veteranos? A ideia que o conselho de veteranos tem alguma capacidade, ou sequer autoridade de regular abusos, é um atirar areia para os olhos no sentido de manter o secretismo de práticas bárbaras cometidas durante as praxes.
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2. Depois diz que "Todo e qualquer aluno que não queira estar sujeito à praxe de o fazer, declarando-se "Anti-praxe". Porque é que um aluno a entrar numa faculdade tem de se declarar anti-praxe só porque não quer participar? Esta obrigação é um limite à liberdade, e julgo ser um método de coacção já que poucos querem-se sentir à parte declarando-se anti alguma coisa que não sabem muitas vezes bem o que é, e que só eles respeita a decisão de querer, ou não, experimentar e porquê. E que autoridade tem a própria faculdade, já nem digo o conselho de veteranos, de criar uma regra desse género? isso é sequer legal? e se agora eu para entrar na faculdade tenho de me declarar anti-muçulmano, ou anti-comunismo, só porque não quero exercer práticas religiosas ou seguir certas ideologias?
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3. Depois declara que, sendo anti-praxe, não se pode andar trajado, ir à queima das fitas ou a qualquer outro evento que seja considerado parte integrante da praxe. O traje é comprado em lojas, e a queima das fitas tem bilhetes à venda para qualquer pessoa. Esta afirmação é uma mentira com o objectivo de fazer com que certos alunos que não queiram participar na parte humilhante da praxe participem porque acham que terão algo a perder. Espero que este documento seja modificado, e que a coacção e intimidação que ocorrem nos corredores da faculdade de farmácia, e de muitas faculdades do Porto, deixe de existir por respeito à liberdade dos indivíduos e convivência saudável entre os estudantes.Se este assunto não for resolvido tratarei de investigar a nível legal como posso impedir a propagação destas mentiras.
Obrigado pela atenção,com os melhores cumprimentos,

Semana Vegetariana - Programação Casa da Horta - Porto


De 29 de Setembro a 5 de Outubro, aproveita as palestras, workshops,descontos em restaurantes e lojas, e promoções diversas, que irão ocorrer de Norte a Sul do país.
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O site oficial: http://www.semanavegetariana.com/, onde podes ver os eventos,promoções e descontos promovidos por cada entidade aderente.
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Na Casa da Horta podes usufruir de:
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* Durante a Semana Vegetariana, levar um amigo não vegetariano à casada Horta a jantar (prato e sopa) gratuitamente!
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* Ao almoço, os sócios Amigos da Casa da Horta têm 25% de desconto noMenu (=3,50€), durante a Semana Vegetariana.
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* 30 de Setembro, 18h30: Projecção de documentário e debate "Ovegetarianismo e os direitos dos animais" com a Acção Animal - núcleodo Porto.
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* 2 de Outubro, 18h30: Projecção de documentário e debate "Ovegetarianismo e a ecologia" com o GAIA (Grupo de Acção e IntervençãoAmbiental).
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* 4 de Outubro, 16h00: Oficina de "Iniciação ao vegetarianismo" pela Casa da Horta, Associação Cultural.* 4 de Outubro, 17h30: Troca de experiências entre famílias vegetarianas.
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* exposição das ilustrações do concurso "ilustra a história do Juvenal, um miúdo vegetariano", durante todo o mês de Outubro.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

MAIS UM ATENTADO AMBIENTAL E SOCIAL, DISFARÇADO DE P.I.N.

Figueiró dos Vinhos: Câmara está a apoiar um projecto de um grupo Espanhol em instalar uma Cimenteira em cima da população e das serras da freguesia da Aguda.

Este monstro vai ser construído em cima da povoação de Aguda, pondo em causa a saúde e a qualidade de vida dos seus habitantes. O património natural que envolve este local é considerado por muitos como "Sintra do interior". As Fragas de São Simão o maior monumento natural do pinhal interior, a Ribeira de Alge onde ainda existem trutas, lontras e garças reais e uma flora riquíssima e o Casal de São Simão
uma das mais bonitas Aldeias do Xisto, estão ameaçados. Na Serra do Sicó, sitio classificado Rede Natura, foram compradas pedreiras para abastecer a cimenteira. O aumento da área de exploração irá criar grande destruição na paisagem, chagas
ambientais irreversíveis. A Cimenteira vai ficar a mais de 6 Kms das pedreiras e a passagem diária de camiões com pedra para a fábrica vai causar também grandes impactos na qualidade de vida das populações que atravessam.

Como é possivel que se autorize a construção de uma empresa poluente em cima de uma povoação e num local com um património tão rico?
Como é possivel que se autorize uma empresa estrangeira a destruir o nosso património para fabrico de matéria prima que dizem ser para exportar para o seu País?
Porque é que os nossos governantes classificam de PIN (Projecto de Interesse Nacional) projectos que destroem o património natural, maior riqueza de Portugal e que é pertença de todos nós?
Numa altura em que em todo o mundo se fala em preservação ambiental e redução de emissões para a atmosfera este projecto não se compreende.

(Está no Blog Tertúlia do Pinhal uma petição contra a construção da Cimenteira
http://www.thepetitionsite.com/1/cimenteira-em-figueir-dos-vinhos-aguda )

A solidariedade pode ser expressa de várias formas... Cabe-nos a tod@s lutar contra mais este ataque à Terra.
Vamos dizer à Câmara de Figueiró dos Vinhos, aos governantes, aos grupos financeiros, estrangeiros ou não, que não queremos as nossas terras destruídas. Defender e preservar a Natureza é tarefa nossa- mesmo que seja no "quintal do vizinho".

Nem cimenteiras, nem campos de golf, nem resorts turísticos, nem PIN's!



1 de Outubro, 21h30 - Apresentação e debate com o autor de " A Memória e o Fogo... ", Jorge Valadas - Livraria Gato Vadio - Porto


O livro A Memória e o Fogo. Portugal: O Cenário Invertido da Eurolândia aborda temas políticos que continuam a ser um nó na garganta de quem quer (ou não quer?) reflectir com honestidade sobre o passado e o presente do país.
Tem o condão de nos fazer reflectir sobre o beco sem saída em que se tornou este território à beira-mar plantado, sazonalmente desencalhado pelo turismo e ancorado em figuras de proa, como o excelentíssimo Presidente da EU, que praticam "os grandes crimes entre amigalhaços" preferindo o oportunismo, a guerra e a morte à dignidade humana, ou em "socialistas geração blair-b(l)ush que fecham escolas e maternidades porque, um dia, os nossos filhos deverão nascer e estudar no Cairo onde existem grávidas e estudantes que cumprem os requisitos estatísticos do real-socialismo-socrático .
Se nas últimas décadas a mentalidade de vistas curtas que imperou nos centros de poder do Estado e nos grupos económicos tinha como paradigma e exemplo fazer de cada português um trolha ou empreiteiro, para que cidades (como o Porto, exemplo crasso) tivessem o número de fogos em ruína por habitante dos mais altos da Europa; para construir a torto e a direito apartamentos nos subúrbios das cidades para ficarem vazios no silêncio do betão; para negligenciar os espaços verdes e as florestas do país (dos 500 mil desempregados oficiais deste país, quantos estariam dispostos a receber um salário precário de 500 euros para vigiar e cuidar das florestas?; quantos helicópteros privados de políticos plenos de suspicácia deixariam de ser contratados a peso de ouro para regar com água os fogos que alastram e que, num verão, destroem um terço da aérea florestal do país, se em vez de ideias aéreas e estratosféricas se cuidasse das florestas como se cuida do betão e do asfalto?); para permitir que a estratégia de despoluição de rios infestados pela ganância é encerrar as portas da indústria têxtil do Ave e pegar nos Ferraris e ir para a Roménia explorar outras mulheres; para fazemos do Ensino superior (?) uma corrente de caixas do Jumbo e do Pingo-Doce ou emigrantes via Ryan Air, então, o que poderemos esperar quando a injecção de capital de Bruxelas começar a fechar o gargalo?
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"A Memória e o Fogo. Portugal: O Cenário Invertido da Eurolândia", de Jorge Valadas
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Apresentação e Debate com o autor.
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.1 de Outubro, quarta-feira, 21h30.
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.Entrada livre.

Massa Crítica/ bicicletada : REPETE-SE NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA DE TODOS OS MESES POR VÁRIAS CIDADES DO PAÍS


MASSA CRÍTICA / BICICLETADA
26 DE SETEMBRO
(REPETE-SE NA ULTIMA SEXTA-FEIRA DE TODOS OS MESES)
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LISBOA: 18h00 no Marquês de Pombal
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PORTO: 18h00 na Praça dos Leões (Praça Gomes Teixeira).
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COIMBRA: 18h00 no Largo da Portagem
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AVEIRO: 18h00 na Praça Melo Freitas (perto do Rossio )

...Mais um café Zapatista - Casa Viva - Porto


mais info: Colectivo de Solidaridade con La Rebelión Zapatista

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Empresa FIDAR - um Exemplo de Resistência: há quase dois meses em contestação em frente das instalações da fábrica!!








A empresa FIDAR integra um conjunto de empresas que gradualmente foram fechando, sem que os trabalhadores recebessem as indemnizações respectivas por parte do patronato. No que é igual a tantos casos de manipulação e desrespeito por quem se vê subjugado pelas duras leis do trabalho capitalista, a luta destes trabalhadores em concreto, constitui um caso de resistência raro porque continuado no tempo e de forma, diremos, apartidária.

A FIDAR é uma pequena – média empresa de têxteis sediada na região de Gondar, Guimarães que fechou as portas no fim do mês de Julho por alegada baixa de produtividade.

No seguimento de uma situação aparentemente de crise, o patrão tenta estabelecer acordos com os trabalhadores, no número de 150, para que estes oficialmente declarem o abandono voluntário do seu posto de trabalho, sendo que, o valor a receber ao assinar tal acordo se mostrava francamente inferior ao que, na realidade, deveriam receber.


Os trabalhadores já em protesto afirmam que a forma como este acordo estava redigido encobria os reais motivos do despedimento, por um lado, uma vez que afirmava que os trabalhadores abandonavam os seus postos de trabalho de forma voluntária e não por motivos de carácter financeiro. Por outro lado, o montante a receber estava propositadamente em destaque na mancha de texto e seria, como foi, pago em dinheiro vivo no momento da sua assinatura.

54 trabalhadores aceitam o acordo, 93 declinam a proposta, uma vez que o patrão não dá quaisquer garantias do pagamento posterior das indemnizações que efectivamente lhes é devida. Soma esta que excede em muito a quantia que aquele acordo estabelecia.
Assim sendo, os trabalhadores discordantes estão em manifesto desde o dia 1 de Agosto do corrente ano em frente à fábrica e onde permanecem dia e noite até que toda a situação seja justamente regularizada. Note-se que muitos destes têm além de 30 anos de trabalho nesta empresa e sabem ser extremamente difícil encontrar outras formas de rendimento devido à sua idade, desconsiderada, também ela, nas ofertas de trabalho existentes. Existem, da mesma forma, casais desempregados e com filhos que, trabalhando na mesma empresa se vêm absolutamente sem rendimentos. É certo que estão a ser auxiliados pelo fundo de desemprego, o que impede que a contestação surja sobre outras formas, contudo, não será garantia de uma pacificação por muito mais tempo, afirmam os próprios. É uma espécie de mundo ao contrário, diz um dos trabalhadores, uma vez que, devido à contestação levada a cabo, até já se sentiram enganados também pela GNR.
As forças policiais deram já encobrimento ao patrão ao deixarem que este abandonasse as instalações da fábrica sem que fosse devidamente revistado, numa situação que lembra um autêntico filme, afirma outro dos contestatários. Neste sentido, passaram as autoridades por cima de uma ordem judicial que obriga à inspecção de todos os veículos que entrem ou saiam da fábrica, para que se salvaguardem os bens que se encontram dentro da mesma, única garantia do pagamento das indemnizações aos trabalhadores.
Na situação acima referida, existiu uma clara conivência entre o sargento da GNR e dos seus súbditos, com o patrão da FIDAR. Para além dos senhores policias terem agido de forma brusca com os protestantes, ao chegarem à fábrica, aceitam que o carro do patrão não seja revistado aos olhos de tod@s, mas nas instalações da GNR.

Como testemunhas dois trabalhadores que seguiam noutro carro da GNR afirmam que deixaram de ver o carro do patrão que seguia na mesma estrada, pois o policia condutor abranda propositadamente. Assim ficou sem se saber o que aconteceu no espaço em que os carros se afastam. Obviamente que os trabalhadores se sentiram gozados ou mesmo raptados pelos agentes ( como referem ), pois teria deixado de fazer sentido testemunharem seja o que fosse pois muita coisa poderia já ter acontecido naquele espaço de tempo, em que se viram sozinhos na estrada com os senhores policias.
O facto de terem os trabalhadores descoberto ligações ambíguas entre o advogado e uma empresa que surge posteriormente ao encerramento da FIDAR e á qual se tentam vender os bens da FIDAR, etc.
São estas situações insólitas ocorridas durante a contestação que ainda dura dia e noite em frente das instalações da FIDAR.



Trabalho do Colectivo Anarquista Hipátia - Porto

A.S - Entrevistas
U.Z - Fotos

"Conversas Alternativas sobre a Modernidade" - Auditório do Teatro Independente de Oeiras - Lisboa




Encontros e Conversas Alternativos sobre a Modernidade



http://novoespacotio.blogspot.com/


Estrada Marginal em Oeiras


Vimos por este meio tomar a liberdade de vos convidar a estarem presentes e divulgarem a iniciativa que vamos levar a cabo denominada :
" Encontros / conversas Alternativas" sobre a Modernidade " .


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GRELHA DAS CONVERSAS ALTERNATIVAS SOBRE A MODERNIDADE :

Abertura - Inauguração:
13 de Out. , 2ª feira -21 h
Com escritor Fernando Dacosta - "A Modernidade em Portugal"
Dramaturgo Armando Nascimento Rosa - Falará sobre a sua peça "O Cabaret da Ofélia", recentemente estreada em Lisboa,
Poesia dita pela actriz Carmen Filomena, de Fernando Pessoa,e Antonio Botto,
A actriz Judite lerá um discurso da peça da Ofelia.

Dia 15 de Out., 4ª feira -18h
Professor Antonio Dores Presidente da ACED ,sociólogo,
"Sistemas securitarios nas sociedades modernas"
Arquitecto Luís Mateus, Presidente da Associação República e Laicidade, "Laicismo em Portugal"
Moderação: Drª Graça Vergani

Dia 17 de Out., 6ª feira -18h
mesa redonda "A modernidade em Portugal e a mudança de costumes-homossexualidade"
Dirigente da Juventude Socialista
Miguel Duarte, Presidente do Movimento Liberal Social
Guilherme de Melo, escritor jornalista -
Antonio Pinho, director do jornal "Conversas de Café"
Musica do grupo de Azevedo Silva com Luís Azevedo Silva e Filipe GrácioEstilo: acústico/cantautor

Dia 20 de Out., Segunda Feira -18 horas
Dr.ª Madalena Brás Teixeira, ex. directora do Museu do Traje "Mulher, moda e modernidade"
Poesia de Alda Lara e Florbela Espanca dita pela actriz Carmen Filomena,
Dr. Miguel Barroso , CIG
jornalista Anabela Natário, autora da coleçcão "Mulheres com -Historia" (a confirmar)

Dia 22 de Out., Quarta feira -18 h
Miguel Moutinho - Associacão Animal

Pausa / Coffee
Urbanismo


Exclusões Sociais -racismo
Dia 22 de Out.- 21h 4ª feira -18h
Exclusões sociais


3 rappers :
Pedro Santarém,dirigente associativo - rapper
Xulage - rapper
LBC - rapper



Dia 2 7 de Out., 2ªfeira -18h
Dr.. Beja Santos, professor ,especialista em direitos do consumidor- -Consumismo e direitos dos consumidores nas sociedades modernas. (aguardo confirmaçao da data)
Dr.. Jose Luís Neto, arqueólogo, Presidente da cooperativa "Prima Folia " ,Setúbal, centralidade e (des)centralidades da modernidade, nas urbes do litoral

Dia 29 Out, 21h 4ªfeira -18h
Comandante Henrique de Mendonça - Presidente da AMORAMA,na mesa ,Ass . das crianças deficientes mentais
Secretaria de Estado da Reabilitação, Dr.ª Cidália Moniz - Deficiência nas sociedades modernas -oradora
Literatura: dia? Out (a confirmar data )


Escritora Isabel da Nóbrega-romance e modernidade
Pedro Sena Lino -poeta,poesia e modernidade

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Domingo, 28 de Setembro, 21h - Concertos KylaKancra - Subúrbios de Setúbal


Projecto "Porto Comunidade" - 25, 26 e 28 de Setembro - Porto


CONVITE

QUINTA-FEIRA (25/09)

TERRA VIVA!aesPorto

"PORTO COMUNIDADE"
Projecto organizado por Tobias Hering, Emre Koyuncuoğlu e José Roseira....

"Porto Comunidade" pretende iniciar e animar um debate público sobre conceitos e expectativas que implicamos a comunidade, modos de comunicação política, e experiências pessoais do espaço público no Porto.

Este projecto baseia-se numa oficina onde será desenvolvida uma performance coreografada para um espaço público, que irá relacionar narrativas particulares do Porto e dos seus habitantes, a sua presença física na paisagem urbana, com os temas políticos inerentes.

A oficina terá início na Segunda-Feira, 29 de Setembro, e será dirigida pela coreógrafa Emre Koyuncuoğlu, de Istambul. Tanto a oficina como a performance serão inspirados por excertos do filme "LA COMMUNE-Paris 1871" de Peter Watkins, mas esperam-se do processo e do resultado final que sejam o resultado de um esforço colectivo de todos os participantes. De forma a apresentar o projecto e a convidar mais pessoas à participação vamos organizar três eventos entre 25 e 28 de Setembro. Em cada um destes eventos vamos mostrar cerca de uma hora do filme La Commune, e a projecção será seguida por uma discussão sobre o projecto e suas possibilidades no Porto.

"Porto Comunidade" integra a programação de REDline, um projecto produzido pela Ideias Emergentes; as apresentações públicas serão a 12 e 14 de Outubro...

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Sessões Programadas:

-> Quinta-Feira, 25 de Setembro, 21h na TerraViva, Rua dos Caldeireiros 213 - Porto


-> Sexta-Feira, 26 de Setembro, 21h no Uma Certa Falta de Coerência, Rua dos Caldeireiros 77 - Porto


-> Domingo, 28 de Setembro em Local a Definir..

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...INVITATION "Porto Comunidade" a project organized by Tobias Hering, Emre Koyuncuoğlu and José Roseira.

"Porto Comunidade" aims to initiate and inform a public debate about pertinent concepts and expectations of community, modes of political communication, and private experiences of public space in Porto. The project consists of a workshop developing a choreographed performance in public space, which shall relate specific narratives of Porto and its inhabitants, their bodily engagement in the cityscape, with underlying political issues.

The workshop will start on Monday, September 29th, and will be directed by choreographer Emre Koyuncuoğlu from Istanbul. Both the workshop and the performance shall be inspired by excerpts from the film La Commune- Paris 1871 by Peter Watkins, but the process and final outcome is meant to be a collaborative effort of all participants.In order to introduce the project and invite participation, there will be three initiative events between Sept 25th and 28th. At each of these events, about one hour of the film La Commune will be shown, followed by an open discussion about the project and its possibilities in Porto.

"Porto Comunidade" is part of Red Line, a project hosted by Ideas Emergentes; public performances of "Porto Comunidade" will be on October 12th &14th.


Initiative Events:Thursday September 25th, 9 pm at TerravivaFriday September 26th, 9 pm at A Certain Lack Of CoherenceSunday September 28th, tbc Please forward this invitation generously

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Semana pelo Vegetarianismo


De 29 de Setembro a 05 de Outubro de 2008, diversas entidades promovem a Semana Vegetariana, com várias iniciativas um pouco por todo o país.

O que é a Semana Vegetariana?


São sete dias, dedicados à promoção de um estilo de vida saudável, ético e ecológico.
Esta semana inclui o Dia Mundial do Vegetarianismo (01 de Outubro) e o Dia do Animal (04 de Outubro).


É uma semana em que várias entidades, um pouco por todo o país, promovem o vegetarianismo, com eventos, descontos ou promoções.


Qual é mesmo o objectivo?


O objectivo principal da Semana Vegetariana é a promoção e divulgação do vegetarianismo, enquanto estilo de vida mais saudável, ético e ecológico, bem como para informar sobre as vantagens de uma alimentação vegetariana.



Quais são as vantagens da alimentação vegetariana?


As vantagens são inúmeras, mas destacam-se pelo menos:



  1. Ecologia - A dieta vegetariana remove um elo da cadeia alimentar, sendo portanto muito mais eficiente e ecológica do que qualquer dieta com produtos de origem animal.

  2. Ética - Uma dieta vegetariana minimiza a morte e o sofrimento de outros animais, sendo por isso bastante mais ética e natural.

  3. Saúde - Uma dieta vegetariana equilibrada é tipicamente mais saudável do que uma dieta normal, especialmente se associada a um estilo de vida também saudável.
Para mais informações, consulte a página da semana vegetariana.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A história dos Weathermen


A história dos Weathermen, activistas radicais durante os anos 70 nos Estados Unidos.
E das politicas radicais, no seu melhor e no mais desastroso.
A não perder.

CONCERTOS EM COIMBRA

Concertos em Coimbra
Benefit para a República das Marias

Sexta-feira, dia 26 de Setembro
a partir das 22h

Tournè da banda CHAKA (Brasil)